Você no Blog Sexy Hot – A esposa infiel e o amigo chantagista 5ª parte

qua, 22/10/14
por Bárbara |

Se você perdeu ou ainda não viu e quer acompanhar, só clicar para ler a parte 1parte 2 , parte 3 e parte 4 dessa história fantástica!

 

Dias depois, Jussara encontrou com Vicente lhe avisando que Alberto daria uma festa para algumas pessoas na casa dele e disse que a levaria.

- Será uma festa bem íntima, com poucas pessoas, ou seja, alguns casais e amigos de Alberto. E disse que irei com você! – Disse Vicente.

- Não acha que isso está indo longe demais? – Perguntou Jussara.

- Está apenas começando! – Falou ele.

Os dois combinaram de se encontrar em outro bairro e lá pegariam um táxi.

Assim fizeram.

Mas uma vez, Carlos nada falou com a esposa. Era só lhe pedir algo, que ele dizia amém.

Vicente pediu que usasse a máscara, pois não queria correr o risco se por alguma desventura tivesse alguém que a conhecesse.

Ao chegarem à casa de Alberto, Jussara achou bem aconchegante. E no ambiente por de trás da casa havia uma piscina onde ele recebia os amigos.

Alguns convidados já presentes e tudo exalava um clima de luxúria e perversão. Mas a noite estava apenas no início.

Alberto como não era casado fazia com perfeição as honras da casa e aguardava outras pessoas chegarem para dar conotação a sua grande e lasciva festa.

Passou algum tempo, e todos interagiam entre si.

Porém, Jussara conversava com os demais, acompanhada de Vicente que fazia questão de estar sempre ao seu lado.

Finalmente as pessoas que Alberto esperava chegaram. Inclusive os amigos que estavam na noite com ele na boate quando se encontraram.

Soube que seriam os mesmos devido à apresentação e também o comentário de Alberto.

Jorge e Rafael pareciam meio tímidos perante as outras pessoas que estavam bem focalizadas naquilo que desejam aquela noite.

Sobre a mesa de frios, também se encontrava um recipiente com vários sabores de camisinhas, fora os instrumentos como dildos, vibradores e dispositivos anais.

A bebida rolava à vontade e todos se beijavam…

Uns já despidos faziam sexo oral em outros, sendo homem com mulher, mulher com dois homens… Com três, homem com homem, ali todo mundo se desejava. Todos eram de todo mundo e ninguém era de ninguém. Isso é se lhes bastasse!

A princípio Jussara ficou observando para ver qual seria a reação de Vicente.

Ele estava intrigado com um dos convidados do amigo, e suspeitava ser alguém conhecido. Mesmo a pessoa impostando a voz e procurando lhe evitar. Nunca se enganara antes assim. E participando desse mundo de casas e boates de swing, ser um bom observador era tudo!

Alberto era o rei da festa, já que a casa não comportava uma rainha, ele dava a atenção de todas as maneiras a cada um de seus convidados. Principalmente aquele com quem Vicente era cismado.

Jussara compreendia ou começava a entender aquele ritmo de vida, sexo por sexo, homens sentindo prazer ao verem suas esposas transando com outros homens, e com outras mulheres. E sentia que esta troca de prazer era mútua sem nenhuma cobrança adicional. E que quando saia dali suas vidas eram normais diante daqueles que vivem na monogamia.

Mesmo com vários parceiros a disposição, o clima rolou com mais cumplicidade entre Vicente e Jussara e outro casal presente, que se apresentaram como Casal Delícia.

Era comum neste lado “b” da vida do casal, não falarem os seus respectivos nomes. E o que importava também?

A química entre os dois casais era perfeita, no início Vicente e seu companheiro observam as mulheres interagindo entre si, sobre o sofá em um canto da sala, fazendo uso de alguns instrumentos. As cenas que presenciavam faziam com que aumentasse mais a libido de quem assistia. E não eram somente os dois.

Wall como era chamada Jussara quando estava nessas festas, tinha o rabinho acariciado pela Delícia. Ela fazia caras e bocas… E assim as duas se revezavam em suas carícias ou faziam mutuamente.

Apesar do pouco tempo, já se acostumara ser uma exibicionista e era o que todos os presentes ali desejavam: homens e mulheres exibicionistas mostrando-se sem máscaras no ato sexual mesmo acobertando os seus rostos.

Vicente e o Delícia se punhetavam para aquecerem mais o clima de tesão, quando resolveram entrar nessa mesma brincadeira, invertendo os casais e enterrando em suas mulheres os dispositivos.

A luxúria estava espalhada pela casa e os vizinhos nem sonhariam em imaginar o que poderia estar acontecendo com o som ligado em um volume aceitável, senão ouviriam gritos e gemidos oriundos de prazer e gozo vindo daquela direção.

Vicente assistia Jussara e a Delícia chupando o pau do então amigo, depois as duas se colaram entre os dois e intercalavam as suas lambidas servindo aqueles homens e ao mesmo tempo as duas se tocavam penetrando os dedos ágeis uma na outra, com gemidos uníssonos.

As duas se acomodaram ajoelhadas sobre o sofá…

- Vem… Fode os nossos cuzinhos… – Pedia Jussara.

- Isso! Mete com força… Arregaça-os… – Complementou a Delícia.

Diante de pedidos tão intempestivos, Vicente e seu companheiro de foda não tiveram alternativa: meterem com força no cuzinho de suas mulheres deliciosas.

Pareciam que os casais já haviam saído antes, devido o entrosamento dos quatro.

A Delícia fincou seu cuzinho no mastro do marido e enquanto isso, Jussara chupava outra vez Vicente que estava mais do que em riste, ela de quatro Vicente se meteu por trás metendo de uma só vez em sua buceta vermelha e inchada de tesão louca para ser invadida.

Jussara rebolava gostoso e tinha os seios sugados pela colega. O tesão ia ao ápice com força total e gritando gozou  com a rola de Vicente enterrada em si.

Com Jussara desfalecida pelo gozo, Vicente não perdeu tempo e se encaixou na buceta de Delícia realizando uma DP, enquanto Jussara sugava os seios dela e a beijava.

Permaneceram algum tempo assim, até que os homens a colocaram de joelhos e saciaram a sua fome de leite, derramando sobre elas seus líquidos densos e quentes.

O sexo e o prazer eram intercalados com grandes goles de bebidas.

A noite estava apenas começando e teriam outros casais para provarem e saciarem…

 

E, claro, todos os créditos a escritora, Fabby Lima!

Beijinhos,

5 sinais de que ela está entediada

ter, 21/10/14
por Bárbara |

Sabemos que mulheres são seres deliciosamente complicados e misteriosos. Conseguem variar de humor como quem passa pelas quatro estações em um mesmo dia.

Mas apesar delas muitas vezes não falarem o que estão pensando, elas demonstram através de sinais. Elas são mestres na arte de dar indiretas sutis, inclusive na hora do sexo.

Às vezes, homens podem ser muito centrados no próprio prazer e esquecem que há outra pessoa ali que também merece ser desmanchada em gozos. E quando a performance não está agradando, elas vão mandar sinais para que você perceba.

Alguns desses sinais podem ser os listados aqui abaixo para te ajudar a melhorar seu desempenho sexual:

1. Parece uma estátua

Mulheres excitadas e que estão curtindo o sexo nunca ficam estáticas. Elas rebolam, elas mexem a boca, as mãos pelo corpo, elas gemem, mas nunca estão paradas. Se parece que você está sozinho no ato sexual, pode ser que ela não esteja aproveitando tanto quanto você.

Para ter certeza de que esse é apenas o jeito dela ou realmente você a está entediando, faça algo apenas para ela, como um oral e veja se ela muda a postura.

2. Checam as mãos ou batucam com os dedos

Sabe aquele ato de conferir se as unhas da mão estão em dia? Ou quando você batuca os dedos na mesa em um momento de ansiedade? Pois é, se ela fizer coisas assim definitivamente ela está em um ponto de tédio que nem deve estar mais pensando no sexo, a cabeça está nas tarefas pendentes da casa ou do trabalho.

Mas nem tudo está perdido ainda. Use todo o seu charme e um tom de voz bem sensual e pergunte o que ela quer, que você vai realizar apenas os desejos dela agora e nada mais.

3. Bocejos e coçadinhas

Esse é o tipo de sinal que só não entende quem não quer, pois não poderia ser mais óbvio. Se ela bocejou e disse que está cansada, não finja que acredita, sexo bem feito deixa qualquer um cheio de energia. Bocejo é puro tédio e fim de papo.

Coçadinha na cabeça ou em outras partes do corpo também demonstram que ela está distraída do sexo e sentindo coisas pelo corpo que não envolvem prazer, arrepios ou a aproximação do gozo, logo, não está legal esse sexo não.

Trate de agitar as coisas. Tentar uns beijos bem longos, uns elogios no pé do ouvido, traga-a de volta para a terra dos prazeres entre seus corpos!

4. Pressa para acabar

Se ela der a entender de qualquer forma que quer que você goze logo, seja falando ou insistindo naquela tática infalível que sempre te leva ao orgasmo em 2 minutos, pode ser que ela esteja fazendo isso de propósito, pois não quer prolongar mais o sexo com você. Afinal, coisa boa a gente não quer que acabe nunca.

Inverta o jogo, coloque ela naquela posição favorita dela e use suas armas secretas para que ela esqueça o tédio anterior e fique focada em como você manda bem e a deixa louquinha de tanto tesão.

5. Dispensa gozar

Esse deve ser um dos sinais mais diretos que podem acontecer. Sério, quem faz sexo e não quer atingir o orgasmo? Quem fala coisas do tipo “não tem problema, hoje não estou para isso” ou “fica para amanhã”?

Você fez ela passar da sensação de tédio completo para “só quero que isso acabe logo”, como se fosse uma perda de tempo na vida dela. Terrível isso, né?!

Agora é hora de ser orgulhoso e ao mesmo tempo abandonar o orgulho. Aceite que você mandou mal e precisa recuperar o prazer perdido. Faça o que for preciso, oral, mãos, posições com aquele atrito perfeito no região erógena dela e só pare quando ela estiver ofegante de tantos orgasmos alcançados.

Quais outros sinais você emite quando está sexualmente entediada? Vamos ajudar os homens a melhorar a interpretação deles aqui!

 

Por: Sessão rapidinha

Proibido criar roteiros para transar!

seg, 20/10/14
por Bárbara |

Sexo. Eu faço. Você faz. Sua vizinha faz. Seus pais já fizeram. Seus filhos, um dia, irão fazer. E os filhos deles. E os amigos dos filhos deles. Sexo faz bem pra saúde do corpo e da alma. Faz bem para os cabelos e para a pele. Faz bem pro ego e faz bem pro coração.

Ainda assim, por mais que esse seja o assunto favorito de todos os frequentadores das mesas de bar do mundo, teimamos todos em colocar tabus, regras e coleiras nessa prática tão maravilhosa. Esquecemo-nos, num levante de arrogância, que sexo é uma das coisas mais naturais do mundo – e deveria ser tratada como tal. Têm tantas pessoas chatas por aí que elas são capazes até de deixar o sexo broxante antes mesmo dele começar.

Dito isso, fui escalado pelo Casal Sem Vergonha para desenvolver, aqui, uma pequena ode ao sexo primitivo.

lovers

Antes de começarmos de vez, vamos às preliminares:

Em momento algum “sexo primitivo” significa algo não consentido ou que não esteja de acordo entre ambas as partes. Ainda que transar seja uma das coisas mais naturais do mundo, com explicações científicas e todo aquele papo de “no fundo nós somos todos animais”, qualquer atitude não consentida que invada a privacidade alheia não é apenas babaquice: é crime.

Agora que já estamos entendidos, vem cá. Vamos conversar.

Não tenho nada contra o sexo planejado, “lugar comum”. É imensamente divertido trocar mensagens maliciosas, provocações à distância, combinar dias, horários e lugares. Com todas as responsabilidades da vida – e agendas cada vez mais lotadas -, nos vemos forçados a encontrar espaços específicos para o prazer. E o sexo não deixa de ser bom, mesmo que seja todo orquestrado. Existe uma diferença, porém, entre o sexo planejado e o sexo morno, quase frio. E é esse segundo que pode se instaurar dentro do teu quarto e trazer problemas significantes pro teu relacionamento.

Muito além do fantasma da rotina e das agendas cheias, temos a tendência de encarar aquele sexo divertido, mais apimentado e apaixonado como uma fase de início de relacionamento. Você, afinal de contas, ainda não conhece todos os atalhos do outro corpo. A curiosidade de descobrir cada ponto fraco, cada lugar especial e cada nova sensação parecem deixar tudo mais gostoso, tudo mais natural.

O tempo passa, porém, e você já sabe quais caminhos seguir. É como dirigir para o mesmo lugar todo dia, certo? O carro praticamente se guia sozinho. Errado! Errado demais!

A intimidade não deveria trazer uma vida sexual tediosa: deveria esquentá-la ainda mais.E não é um raciocínio tão complexo assim.

Em pleno século XXI, ainda somos repletos de neuras e medos na hora de transar. Acabamos suprimindo vontades íntimas com medo do julgamento alheio, e guardamos todo aquele prazer num cantinho do nosso imaginário, trancado a sete chaves. Pois bem: estar dentro de um relacionamento é justamente ter toda a intimidade e confiança para experimentar coisas novas com seu parceiro(a). É dar asas a todas as suas fantasias e prazeres, sem se preocupar com o que o outro vai pensar – afinal de contas, é dele(a) o mesmo direito – e dever!

Por isso, sem meias palavras, um apelo aos casais, rolos e todas as outras sortes de relações que temos por aí (inclusive se você é solteiro): transem menos, trepem mais. Vamos tratar o sexo menos como uma orquestra, que precisa ter cada instrumento afinado e perfeitinho, e encaremos como uma bela sessão de blues improvisada: a química e a intimidade vão fazer com que tudo aconteça do jeito certo, da melhor maneira possível.

Sexo é experimentar. É autoconhecimento. É receber e dar prazer. Sexo é gozar. E se você fugir do script pode descobrir maneiras muito mais divertidas de fazer isso.

 

Casal sem vergonha!

Sexo oral em baixa?

sex, 17/10/14
por Bárbara |

A prova de que o mundo está perdido e que os homens hoje em dia estão decepcionando, é o resultado de uma pesquisa realizada em 2014 pela empresa Sex Wipes no estado de São Paulo, que revelou que quase metade deles (43%) não realiza esta modalidade de sexo na companheira com frequência.

Foram entrevistados 1.252 homens heterossexuais e sexualmente ativos com idades entre 18 e 30 anos. Destes, 78% afirmou receber sexo oral frequentemente na relação, enquanto quatro em cada 10 não o pratica de volta.

Dos que afirmaram realizar a modalidade com frequência, mais de um terço (35%) revelou sentir nojo durante a prática. Para estes, o medo de ser considerado gay ou ser traído são alguns dos fatores que influenciam para a decisão de fazer sexo oral, apesar de se incomodarem com o cheiro ou aspecto da vagina. Outros são:

  • Porque estou com tesão e não penso na hora
  • Porque amo minha parceira
  • Para dar prazer a ela
  • Para retribuir

 

homens-aprendam-a-fazer-sexo-oral

Para os 43% que declarou não realizar sexo oral nas parceiras, as principais razões para isso são:

  • A vagina cheira muito mal
  • A vagina tem gosto ruim
  • A vagina é muito úmida
  • A vagina tem muito pelo
  • A vagina é feia, desagradável de se olhar
  • Sou egoísta
  • Não acho que a boca foi feita para isso
  • Outros motivos listados, além do nojo, foram medo de contrair DST, religião, falta de confiança na parceira e a falta de vontade da própria parceira.

Outra pesquisa, realizada pela empresa Nielsen em todo o Brasil, revelou um dado alarmante: 90% dos jovens entre 15 e 29 anos não utiliza preservativo ou qualquer tipo de proteção para a prática do sexo oral.

Há quem faça sexo oral sem camisinha porque acredita que o preservativo tira a sensibilidade. A sexóloga Carmen Janssen recomenda o uso de camisinha ultra-sensíveis, que são mais fininhas. Outra dica da profissional é colocar um pedacinho de gelo ou bala de menta na boca, o que faz os lábios e a língua ficarem geladinhos e aumentarem o prazer do sexo oral mesmo com camisinha.

Para o sexo oral protegido em mulheres, não adianta usar a camisinha feminina, pois ela é interna e não vai proteger contra DSTs. A dica é usar um papel filme, aquele de cozinha, ou mesmo uma camisinha masculina cortada ao meio para cobrir a vulva e impedir o contato direto entre a boca e a região íntima.

Não é apenas o homem que pode vai se proteger neste caso. Segundo Carmen, uma das DSTs que podem ser transmitidas no sexo oral é a herpes, doença que pode passar da boca do homem para as genitais da mulher, e vice-versa. “O HPV também pode ser transmitido nessa prática, entre outras doenças como a hepatite, a gonorreia, a clamídia e a sífilis, principalmente se a pessoa tiver um corte pequeno, ulceração ou afta na boca”, explica. Por isso, proteção é fundamental no sexo oral, seja no homem como na mulher.

Fonte: Bolsa de mulher

 

Post Especial PIP

qua, 15/10/14
por Bárbara |

Oi, pessoal! Ontem foi um dia histórico para o pornô brasileiro. Ontem, na cidade de São Paulo, ocorreu o PIP – O Prêmio da Indústria Pornô! E, é claro, eu estava lá, cobrindo tudo e tietando todas as atrizes que a gente não cansa de ver! Tanto ontem quanto hoje foram dias beeeem corridos. Mas pode deixar que em breve publicarei uma matéria especial sobre tudo o que ocorreu no PIP! Beijinhos!

Pesquisa diz: para sexo casual elas preferem os malandros.

seg, 13/10/14
por Bárbara |

Realizada há dois meses, uma pesquisa constatou que as usuárias do site www.c-date.com.br, cujo foco é o encontro e sexo casuais, preferem sair com homens que demonstram ser gentis e carinhosos – característica que ficou em primeiro lugar no ranking da votação. A pesquisa foi realizada com o objetivo de descobrir as preferências de homens e mulheres quando o assunto é sair com alguém desconhecido para ter uma noite de sexo casual.

As mulheres sintetizaram o parceiro ideal para um encontro às escuras. O homem, segundo as respostas obtidas no levantamento, deve ser ”gentil e carinhoso”, ao mesmo tempo em que deve ter uma “pegada forte” e “estar aberto para novas experiências” quando o assunto é sexo. As respostas dadas pelas usuárias do C-date apontaram que “pegada forte” é um item importante, tanto é que esta preferência ocupou a segunda posição na pesquisa (25,70% dos votos). Um parceiro com mente aberta para experimentar coisas novas ainda tem alguma chance de conseguir aprovação, pois recebeu 24,30% dos votos.

Com apenas 12% das opções, os homens românticos não tem vez entre as mulheres dispostas a fazer sexo casual, sendo a última escolha. Para se dar bem com as mulheres, portanto, os homens devem evitar ser românticos demais, caso contrário ficarão “vendo navios”, para não dizer que terão de se contentar com um filme romântico e desacompanhados.

As respostas dadas nesta pesquisa, quando feitas ao público masculino que utiliza o C-date, de certa forma foram surpreendentes. Eles disseram que para um encontro casual dar certo a parceira deve ser gentil e carinhosa (35,42%) e complementaram que elas devem ser “abertas para experimentar coisas novas” (32,54%).

Já a “pegada forte” ficou em terceiro lugar com 27,38% das respostas, enquanto as mulheres românticas ficaram por último com apenas 4,66% das opções. Pelo que se viu dos resultados, as mulheres românticas podem fazer parceria aos homens românticos, naquela sessão de cinema, para que não fiquem sozinhas também. A pesquisa obteve respostas de 1.223 usuários do site.

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E aí? O que acham?

Por: Testosterona

Com vocês, Jenni Lee

sex, 10/10/14
por Bárbara |

Jenni Lee foi uma outra dessas descobertas por acaso. Navegando pela internet acabei encontrando um vídeo com ela e acabei clicando e ficando interessada. Rosto e corpo de modelo (ambos lindos e sensacionais, diga-se de passagem), uma tatuagem lá que chama bastante atenção e uma desenvoltura em cena incrível. E uma carinha de safada que acho deixa qualquer um louco.

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Não consegui encontrar muitas coisas sobre Jenni na internet. O que encontrei foi que ela também é conhecida como Stephanie Sadorra, e tem ascendências porto riquenhas, irlandesas e alemã. Mora em Las Vegas e também faz trabalhos como modelo. Ela nasceu em fevereiro, no dia 11 em 1982. Entrou no pornô em 2005, com 23 anos. E uma curiosidade, a gata já é mãe de dois filhos.

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Espero que vocês gostem tanto da Jenni quanto eu rs. E que as fotos sirvam de inspiração para o final de semana!

Beijinhos,

Ponto G: existe ou não?

qui, 09/10/14
por Bárbara |

ponto g

Por anos, as mulheres consumiram manuais e artigos que a diziam como encontrar o ponto G. Agora, porém, elas podem declarar as buscas encerradas: de acordo com um artigo do “Journal of Sexual Medicine ”, tal ponto da anatomia jamais existiu. Os cientistas ainda vão além: segundo eles, também não existiriam orgasmos vaginais. Ao invés disso, o clitóris seria o grande responsável pelo prazer feminino, assim como os pequenos lábios.

De acordo com o sexologista Vincenzo Puppo, co-autor do artigo, a pesquisa prova que, em uma relação heterossexual, a ejaculação não deve significar o fim do sexo para o casal.

“Carícias e beijos podem continuar quase indefinidamente, e sexo sem coito após a ejaculação pode ser usado para gerar um orgasmo na mulher”, contou o pesquisador ao “Daily Mail”.

A quase exclusividade do clitóris na hora de gerar prazer também explica a grande dificuldade que algumas mulheres têm em gozar. Nesses casos, é possível que o clitóris seja menor e mais afastado da vagina, o que dificultaria o estímulo durante a penetração. Segundo os pesquisadores, apesar do orgasmo depender de variantes complexas, o tamanho e a localização do clitóris são determinantes na equação.

Para chegar a tal conclusão, o estudo conduziu ressonâncias magnéticas da cavidade pélvica de 30 mulheres de 32 anos. Dez delas diziam ter dificuldade em atingir um orgasmo, enquanto as restantes não relatavam queixas em relação ao sexo. Os cientistas esperam, com as novas descobertas, serem capazes de ajudar mulheres que sofrem de anorgasmia, disfunção sexual que impede o prazer sexual seja por fatores orgânicos ou psicossociais

Fonte: O globo

Uma homenagem a Missy Stone

ter, 07/10/14
por Bárbara |

Não lembro exatamente como conheci Missy Stone, mas lembro que assim que bati o olho nela foi amor à primeira vista.

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Seu nome de batismo é Michelle Hall, e ela nasceu no dia 26 de novembro de 1987, no estado do Texas, sendo criada em Maryland, EUA. Ela tem ascendência alemã, cherokee e mohawk.

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Missy entrou na indústria pornô em 2007, aos 20 anos e de lá para cá podemos ver ela atuando em mais de 100 vídeos. Não consegui encontrar informações recentes sobre ela, mas dizem que Missy largou o pornô em 2009/2010. Uma pena. Pelo menos ela nos graciou com cenas memoráveis para a indústria.

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Beijinhos,

Um pouco de contexto sobre o pornô (vindo de um ator)

seg, 06/10/14
por Bárbara |

Texto originalmente encontrado no Papo de Homem

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Alguns meses atrás recebi um e-mail de uma jornalista, e marcamos um encontro num café perto de meu apartamento. Ela queria me entrevistar sobre algo, o que seria exatamente eu não pude determinar. Enfim, ela estava trabalhando numa matéria sobre pornô, ainda que minha participação no fim das contas fosse irrelevante para o tom final da coisa.

Mesmo assim, ela queria conversar. Algumas das coisas que ela tinha a dizer me interessaram. Não recordo exatamente nenhuma delas, mas lembro de uma ideia que ela propôs com relação a uma afirmação comum. A jornalista me disse muitas vezes ter ouvido sobre a influência perturbadora da pornografia nos jovens, principalmente pelo acesso extremamente fácil e pela falta de um contexto que a acompanhasse. Ela então disse que eu era um contra-exemplo. E que agora, mais do que nunca, há um grau avassalador de contexto. Apenas se as pessoas forem atrás.

Meu papel como “exemplo” tinha a ver com o fato de que sou ator pornô e escrevo sobre pornografia. Algumas vezes o faço para sites ou publicações impressas, mas muitas vezes num formato não oficial de blog (Trve West Coast Fiction). Mais ainda do que isso, eu estou sempre jogando meus pensamentos, piadas, interesses e sugerindo elenco de pornôs nas minhas várias linhas do tempo em redes sociais.

Não sou o único. Quase todas as “estrelas” pornôs que conheço têm Facebook, Twitter, Tumblr, Instagram, blog, etc… nos quais pensamentos, sentimentos, imagens, interesses, fantasias e verdades sobre pornografia são compartilhados diariamente. Essa vasta gama de informação provê, no mínimo, algum contexto para o que ocorre em (insira-url-de-tube-feed-pirateado).

É claro, há certo limite de idade abaixo do qual qualquer ser humano não possui grande capacidade de lidar com contexto. E, sem dúvida, quanto mais jovem for a criança exposta ao pornô hardcore da internet, menos provavelmente ele/ela vai entender que porra está acontecendo. Por outro lado, quando estamos falando de gente um pouco mais velha, alguma responsabilidade precisa ser estabelecida seja a um estado de profunda dificuldade econômica, ou a um estado de ser um consumidor preguiçoso e desinteressado. Para aqueles que tem um computador e um acesso rápido à internet, vou assumir a segunda condição.

Pense dessa forma:

A primeira exposição à música que uma criança vive deve ter sido algo como Hannah Montana ou Justin Bieber. Por um tempo essa criança pode acreditar que determinada versão enlatada de pop é a única música que existe. Ele/ela então cresce e continuar a ouvir música daquele tipo. Mas se aos cerca de dezesseis anos a criança ainda não estiver ciente que a categoria “música” é tão vasta quanto a categoria “mamífero”, e que Hannah Montana é um personagem fictício interpretado por (Miley) Destiny Hope Cyrus, e que Justin Bieber não ascendeu ao sucesso em virtude de mero talento, há algo errado. Há algum elemento de inaptidão social, falta de exploração, uma natureza desinteressada com relação ao ambiente, ou…

Ok, esta analogia não é totalmente justa no que diz respeito à pornografia. Uma criança assiste – pela primeira vez – um vídeo de duas pessoas nuas fodendo. Os pais não querem falar sobre o assunto. A escola também não quer falar. Os colegas têm pouco conhecimento sobre o assunto. O processo exploratório natural se torna imediatamente hostil e limitado.

Até que damos conta de colocar a internet na equação.

* * *

Minha amiga, Cindy Gallop, administra um site chamado MakeLoveNotPorn.com que fornece o que creio serem informações bem básicas. O conceito ali é que a pornografia expressa certa visão da sexualidade, que nem sempre é a mesma da vida real. Essencialmente, “pornografia é diferente de sexo”.

De início achei muito óbvio. Mas eu já assisti pornô, fiz sexo, participei de pornô, e então fiz mais sexo. Entendo que minha própria experiência em frente às câmeras não seja exatamente a experiência do público geral. É bem possível que minha visão esteja distorcida.

Reconheci algum feedback sobre minha visão acontecendo no site “Make Love Not Porn”, e comecei a compreender quanto ela estava distorcida. Muitas pessoas consideravam a discussão sobre a pornografia ser diferente do sexo na vida real bastante profunda.

Por quê? Talvez nós na indústria do pornô não estejamos fazendo nossa parte. Talvez nós não estejamos permitindo um discurso autêntico sobre nosso próprio e amplamente consumido produto.

Então quando entrei no site e vi todas aquelas pessoas falando sobre pornô. “Onde tava essa gente uns anos atrás?” Não conseguia responder. Mas agora estavam ali.

O site de Cindy Gallop foi notícia no mundo inteiro. Ela chegou a me convidar para falar sobre ele em programas de entrevistas diurnos na TV.

Mês passado fui a uma conferência sobre pornô feminista. Uma das palestrantes (e uma líder do movimento do pornô feminista), Tristan Taormino, falou sobre o contexto como sendo algo implícito na produção de seus filmes.

Estrelas pornô de primeira linha como Jessica Drake e Stoya escreveram artigos e colunas sobre seus trabalhos, e muitas vezes atuam como educadoras sexuais.

O professor Constance Penley tem lecionado cadeiras universitárias sobre pornografia desde o início dos anos 90, e inspirou a criação de um campo de estudo. Já existe até mesmo um periódico acadêmico inteiramente dedicado ao assunto.

Até onde posso ver, o contexto está presente por todo lado.

* * *

Sei que é um pouco difícil lidar com isso em termos da juventude. É ilegal crianças assistirem pornografia, e assim os adultos não sabem falar com eles sobre o assunto. Ainda assim, é com as crianças que todo mundo se preocupa tanto. Porque já fomos crianças, e a maioria de nós sabe que conseguiu obter pornografia enquanto criança.

Certo, hoje em dia é mais fácil do que nunca. Essa realidade deve ter suas ramificações. Mas para aqueles que cresceram antes da revolução da pornografia na internet: “Que contexto você tinha quando descobriu sua primeira revista de mulher pelada?”

O que é constante nisso tudo é que o sexo, como tudo mais, requer certo grau de aprendizado e experimentação, e isso geralmente começa com avanços desajeitados. O desafio da juventude é que sempre há mais conteúdo a cavocar, a aprender, e a digerir do que foi disponibilizado para a geração anterior. Diria que é responsabilidade das gerações mais velhas fornecer aos jovens ferramentas para lidar com tudo isso. As ferramentas são a educação e o contexto.

Estamos fornecendo isto aos jovens? Talvez não de forma explícita. Mas também não orientamos o mercado do pornô diretamente para eles. Ainda assim os garotos e garotas são espertos, e estão interessados em sexo. Vão encontrar o pornô porque ele existe. Minha esperança é que eles também encontrem o contexto.

E é aqui que sinto que a responsabilidade recai sobre o indivíduo. A informação é fácil de achar. Vivemos na era da informação. Se está lá – e acredito que esteja – vá atrás dela. De outra forma existimos num estado de guerra quanto a censura iminente (para nos “salvar”, o que seja).

Como todo movimento de censura, o ativismo contra a pornografia diz que o pornô é ________. Preencha esse campo com violência contra mulheres, exploração, ou qualquer traço indesejável que se possa afixar a um filme de sacanagem. É uma afirmação geralmente baseada na observação da realidade.

Porém, com ultimatos desse tipo, quase equivale a dizer que comida significa fazendas industrializadas e aditivos químicos que causam o câncer. Talvez seja verdade se a experiência culinária da pessoa não vai além do McDonald’s. Mas a mim parece mais útil avisar sobre o mercado da fazenda familiar do que dizer, “comida é prejudicial e você não a deve ingerir”. Esse é o papel de um adulto responsável.

O papel do consumidor é simplesmente chegar nessa conclusão. Não é possível jogar toda essa responsabilidade sobre as crianças. Mas digamos que quando você completar dezoito, ou pelo menos vinte um anos de idade. Você não pode seguir na sua vida simplesmente aceitando a primeira coisa que lhe apresentam como sendo uma verdade essencial.

Talvez você tenha assistido uma cena do Brazzers aos doze anos de idade e a considere influente. Alguma vagabunda tomando pau de um garanhão esculpido e bem dotado. Ela gozou várias vezes em galinha assada reversa, e isso na pia da cozinha. Ele a engasgou com o pau e então gozou em seu rosto. No fim ela cospe a porra bem na boca de sua melhor amiga. Grande fantasia, certo? Bem, tente recriar esse cenário na noite em que pretende perder o cabaço. Tenho certeza que não vai dar certo.

E se isso é tudo que você precisa saber sobre sexo (ou até mesmo só sobre pornografia) quando chegar na idade adulta, algo deu errado. Em plena era da informação você falhou em aprender qualquer coisa útil. Exceto como se masturbar. O que – vamos convir – também é algo que é bom saber.

* * *

Mas o que seria esse tal “contexto útil”? Suponho que não seja justo apenas dizer “está por aí”, e deixar isso assim. Aqui listo algumas coisas que considero importantes. Se você as achar óbvias, ótimo! Elas justamente devem ser óbvias para um adulto.

Primeiro, considere as linhas de tempo de estrelas pornô nas redes sociais. Se você cresceu pensando que uma pessoa que faz sexo como ganha-pão deva ser _______ (preencha esse espaço com qualquer qualidade arbitrária), você provavelmente está errado. O chapéu pode servir para alguns entre nós. Porém, atores de pornô são pessoas. Somos seres complexos com interesses, motivações, sonhos e aspirações.

Meu ponto aqui é que uma garota até pode ser chamada de “puta” momentos antes de implorar pela “porra” de algum cara. Logo depois disso, ela sai do estúdio de filmagens e segue administrando seus negócios, ou vai para casa cuidar dos filhos. Um astro ou estrela pornô não existem apenas dentro dos limites da atuação.

Por que é importante saber isso? Bem, li várias histórias reais sobre assédio sexual na rua ou no local de trabalho. A frequência desse comportamento sugere que muitas pessoas mantém a crença (consciente ou inconsciente) de que o assédio sexual agressivo é adequado em qualquer ambiente, e será aceito de braços abertos. Você gostaria que alguém se masturbasse sobre você em toda e qualquer situação de sua vida? Se você respondeu “não”, é provavelmente porque você é um ser humano. É preciso lembrar que até mesmo o mais tarado astro ou estrela pornô possui esse traço em comum com você.

Em segundo lugar, a pornografia é um meio visual como o cinema ou a televisão. Há documentários e espetáculos de produção luxuosa, e tudo mais que possa existir entre estes extremos. Quando parece elaborado e cuidadoso, é provavelmente porque foi feito assim. E quando astros e estrelas se viram para a câmera e dizem “é assim que quero fazer sexo”, temos a inclinação de acreditar neles.

Deixe-me fornecer alguns exemplos.

Recentemente fiz uma cena para o site da Naughty America chamado MySistersHotFriend.com. Deve sair daqui um ou dois meses (Nota do editor: em referência ao texto original)Kleio Valentien contracenava comigo. Nosso sexo foi uma atuação. Ainda assim, foi tão bom quanto poderia ser, dadas as circunstâncias. Evidente que curtimos um ao outro, nos beijamos muito, e nos divertimos. Ainda assim, eu abri a minha coxa e puxei a bunda dela para o lado para que a câmera pudesse ver melhor a penetração. Inclinei-me quando o fotógrafo se aproximou por trás para obter uma tomada “ponto-de-vista”. Esse tipo de coisa eu nunca faria na vida real. Não são coisas práticas e não tornam o sexo melhor para mim ou para minha parceira.

Se você comparar o cenário acima com o vídeo que fiz com minha parceira na vida real e disponibilizei em MakeLoveNotPorn.TV, você verá algumas diferenças. Não abro minhas coxas. Não puxo a bunda para o lado. Muitas vezes não se vê penetração alguma. Nossos corpos estão muito mais próximos um do outro. Há mais preliminares.

Agora, eu também atuo regularmente num site chamado HardcoreGangbang.com. A maior parte dos cenários envolve cinco a oito caras fazendo sexo com uma mulher. Muitas vezes há uma sequência introdutória na qual a garota é mostrada sendo sequestrada ou forçada a fazer o sexo. As cenas são geralmente violentas e envolvem dupla penetração.

Nunca participei de um gangbang na vida real. Fora do pornô, houve só uma circunstância em que fiz sexo com mais de uma pessoa ao mesmo tempo. E depois de atuar em algumas dúzias de gangbangs filmados, não posso imaginar querer recriar algo assim na minha vida pessoal. São muito difíceis de se fazer funcionar.

Há muito parar e recomeçar. Temos que nos reposicionar de forma que a câmera possa ver o que está acontecendo. Muitas vezes a garota precisa descansar. Os caras perdem as ereções. A maior parte do tempo se fica de pé, se masturbando. É trabalho.

Ainda assim, de um ponto de vista de fantasia, os gangbangs ficam ótimos na tela, quando são bem feitos. É uma bravata sexual exagerada. É o equivalente pornô de um filme do Michael Bay. É a prova de que não importa o meio, as pessoas gostam de um espetáculo.

Algum desses filmes é melhor do que o outro? Falando objetivamente, “não”. Porém, alguns são exclusivamente para finalidade de entretenimento, enquanto que outros possuem valor no mundo real (como por exemplo apresentando formas de se conectar com parceiros sexuais).

Parte do crescimento e do aprendizado é a capacidade de diferenciar. Porque sim, você realmente pode assistir um filme de ação e então sair por aí atirando nas pessoas. Mas é uma terrível má ideia. E, porra, você devia entender isso.

Então tome responsabilidade e aprenda sobre as coisas que o interessam. Vivemos numa era de internet, e é muito provável que você assista pornografia. Talvez você deva buscar mais informação sobre ela. Obter algum contexto. Há muitas pessoas fazendo sua parte em facilitar isso. Quanto mais velho você fica, mais será sua culpa você não dispor do contexto. Isso significará apenas que você não está prestando atenção.

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Achei este texto/relato tão, mais tão sensacional, que senti a necessidade de o colocar aqui no blog de forma integral. Leiam e reflitam sobre ele.

Beijinhos!