MIA KHALIFA, A ATRIZ PORNÔ QUE DESBANCOU LISA ANN E DIVIDIU O LÍBANO

qui, 08/01/15
por Bárbara |

Menos de um mês após o anúncio de sua aposentadoria, Lisa Ann já foi ultrapassada do posto de atriz pornô mais popular do mundo. De acordo com o ranking do Pornhub, Lisa foi destronada por Mia Khalifa, uma libanesa de 21anos que vem causando grandes polêmicas pela internet.

atriz libanesa 1

Enquanto Lisa tem 42 anos e 385 vídeos do site relacionados a ela, Mia iniciou sua carreira há poucos meses. O que fez a libanesa atingir popularidade tão rápido? As milhares de tretas que ela arrumou quando decidiu ser atriz pornô e contrariar a maioria religiosa de sua terra natal. O Líbano não é um país com tradição na indústria sexual ou pornográfica, muito devido ao conservadorismo de grande parte da população. Mas morando em Miami e com contrato com a BangBros.(produtora pornô), Mia tem a liberdade de seguir a carreira de atriz e passa boa parte do tempo rebatendo as críticas e ameaças que chegam pelo Twitter. libanesa

O ódio que parte do Oriente Médio sente por Mia não é apenas por ela seguir a carreira pornográfica. Para os muçulmanos, a atriz passou dos limites quando fez uma cena vestindo um hijab, o véu usado pelas mulheres na cultura islâmica. Mia não segue o Islamismo — e isso ela mostra em suas tatuagens. Ela tem em sua pele o logo das Forças Libanesas, um dos principais partidos cristãos do país, que surgiu de um grupo na guerra civil iraniana. “Eu nasci e fui criada lá. Eu tenho o direito de ter uma opinião política como qualquer outro”, ela diz ao ser questionada sobre o assunto.

(Crédito: Reprodução)

Com o debate em aberto, a pornstar tem sido assunto de diversos jornais locais que questionam a profissão da jovem. Enquanto isso, ela posta umas fotos bem mais interessantes nas redes sociais. Para acompanhar Mia Khalifa rebatendo os paladinos da internet, siga-a no Twitter e noInstagram.

 Por: Revista VIP

Nova brincadeira, de mau gosto, “roleta russa da aids” torna-se tendência em festas sexuais na Europa.

qua, 07/01/15
por Bárbara |

Homens estão colocando em risco a própria vida em orgias de “roleta russa” da AIDS.

No grupo que irá praticar relações sexuais, um está infectado com HIV. A revelação impressionante foi feita por um stripper conhecido apenas como Tijana, seu nome artístico.

Ele ainda teria revelado que o príncipe de Iorque, terceiro filho da rainha Elizabeth II do Reino Unido, teria participado de uma dessas orgias.

Através de nota, o príncipe Andrew negou qualquer participação em festas sexuais desse caráter e ainda afirmou nunca ter participado de orgias.

Tijana, que tem 23 anos, apresentou uma série de locais onde as supostas orgias estão acontecendo. Apelidada de “roleta do sexo esloveno”, vários famosos estão participando da brincadeira perigosa em toda a Europa.

Formou-se uma espécie de partido, onde os que pretendem fazer parte do grupo precisam usar máscaras, para que ninguém saiba quem está por trás. A “brincadeira” está no fato de que um dos participantes que usa a máscara tem HIV diagnosticado.

 

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Em entrevista ao jornal Telegraph, ele disse: “Eu posso ver que todo mundo está falando sobre festas de sexo agora, desde que vasou a participação do príncipe Andrew, mas na verdade elas têm sido muito comuns há bastante tempo. Aqui na Sérvia, o que me chocou de verdade, foram essas festas com um participante com HIV. Essa variação me parece extrema e muito bizarra”.

Ele prossegue: Quem organiza são pessoas muito ricas e o prazer parece estar embutido no fato de em uma única relação sexual existirá o potencial risco em sair contaminado”.

Segundo Tijana, a prática teve início na Eslovênia, e causa excitação em pessoas que desejam correr riscos.

 

Vi no Jornal Ciência

HOMENS PARAM DE ESCUTAR PARCEIRA APÓS SEIS MINUTOS, SEGUNDO PESQUISA.

seg, 05/01/15
por Bárbara |

Uma reclamação frequente das mulheres foi comprovada com uma pesquisa. Segundo um estudo encomendado pela Ladbrokes, os homens se distraem facilmente de conversas — a não ser que estejam falando com um amigo do mesmo sexo sobre esportes ou sexo. As informações são do “Daily Mail”.

Em média, os homens se “desligam” de uma conversa com uma parceira em seis minutos. No entanto, se é um amigo que eles estão ouvindo, a atenção pode durar até 15 minutos, se tocar em assuntos como futebol ou vida sexual.

As mulheres, porém, fazem a mesma coisa: elas também seriam ouvintes mais atentas quando estão conversando com outras mulheres ao invés de homens. Durante a conversa com as amigas, o assunto predileto da maioria (55%) é relacionamentos.

Já entre os homens, esportes, filmes e sexo dominam as conversas. De forma nem um pouco surpreendente, a pesquisa também revelou que a pior hora para conseguir a atenção de um homem é enquanto ele está assistindo a algum esporte, trocando de canais na TV ou usando aplicativos no celular.

Fonte: Daily Mail

Sobra mulher no Brasil!

ter, 30/12/14
por Bárbara |

Sobram mulheres na sociedade brasileira. Uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quarta-feira (17) indica que elas são 51,4% da população, contra 48,6% do sexo masculino. Considerando a divisão por estados, as mulheres são maioria sobre os homens em 20 unidades da Federação conforme o quadro.

O Rio de Janeiro é o estado brasileiro que mais concentra mulheres, de acordo com o IBGE. São 53,2% de cariocas do sexo feminino contra 46,8% do masculino. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, a diferença é ainda maior: 53,6% de mulheres contra 46,4% de homens.

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Na segunda posição, aparece o Distrito Federal, onde a população é formada por 53,1% de mulheres e 46,9% de homens. O terceiro lugar pertence a dois estados nordestinos, Pernambuco e Alagoas, onde 52,5% da população é feminina e 47,5%, masculina.

Em São Paulo, estado mais populoso do Brasil, 51,5% da população é formada por mulheres e 48,5%, por homens. Na região metropolitana, a diferença é maior: 52,1% de mulheres e 47,9% de homens.

Em três estados brasileiros, existe um empate entre o percentual de homens e de mulheres — é exatamente meio a meio, segundo o IBGE. São os casos do Acre, Mato Grosso e Goiás.

Maioria de homens

Os homens são maioria em apenas quatro estados: Rondônia, Roraima, Amazonas e Pará. Em Rondônia, 50,7% da população é do sexo masculino. Na segunda posição, aparece Roraima, com 50,2% de homens. Dividem a terceira posição Amazonas e Pará, com 50,2% de homens cada.

As informações estão na Síntese de Indicadores Sociais 2014, feita com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2013, no Censo Demográfico 2010, na Projeção da População do Brasil por sexo e idade 2013, em dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), do Ministério da Educação, e SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), do Ministério da Saúde.

O estudo traz informações sobre demografia, famílias, educação, trabalho, rendimento e domicílios, apresentando novas abordagens, como a análise das diferenças por gênero, cor e raça e idade.

Matéria do R7

PESSOAS SE CASAM MENOS PORQUE HÁ PORNÔ DE GRAÇA NA INTERNET, DIZ ESTUDO

seg, 29/12/14
por Bárbara |

O aumento da pornografia gratuita é responsável pela diminuição do número de casamentos, de acordo com pesquisadores do Instituto Alemão para o Estudo do Trabalho.

Os cientistas estudaram as tendências nos números de casamentos e na proliferação de filmes pornô e concluíram que o aumento da disponibilidade e o custo reduzido da pornografia na internet tiveram um efeito “casual”, fazendo com que as pessoas optassem por não subir ao altar.

“Tradicionalmente, uma das razões para se casar é satisfação sexual. Mas conforme as opções de satisfação sexual fora do casamento cresceram, a necessidade de se casar para atender a essa necessidade está diminuindo”, concluíram os pesquisadores, que perceberam uma rápida ascensão da pornografia na internet no mesmo período em que o casamento perdeu popularidade.

A internet não apenas barateou a pornografia, como o custo social de consumi-la, defende ainda o estudo. Isso porque as pessoas teriam menos chances de serem “estigmatizadas” por acessar um website, com privacidade, do que comprando revistas em uma loja.

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A pesquisa também descobriu que consumidores de pornografia, em geral, frequentam menos a igreja e têm mais chances de trair o parceiro, ou de pagar por sexo. Um estudo anterior também havia identificado que o aumento na pornografia pode ser associado com o declínio nas ocorrências de estupro.

Por: Testosterona

O que as mulheres querem?

ter, 16/12/14
por Bárbara |

Acho que aceitei a condição de um desentendedor de mulheres. E creio que todos deveriam fazer o mesmo. Nós nunca as entenderemos, sempre ficará uma ponta sem ligação, sem conexão, sem entendimento. Não adianta, e nem tem porquê perdermos tempo com isso. Em buscar uma solução mágica, ou uma lógica linear para compreender o que se passa na infinita mente de uma mulher. Isso, além do mais, ainda a torna cada dia mais encantadora e interessante.

Isso não é uma reclamação. Antes que muitos nem tentem interpretar o texto e já me acusem de falácias. É uma constatação de um fato, que a mulher ao teu lado é um enigma para esfinge nenhuma botar defeito. E mais, ao invés de ser devorado, tua condenação é ser perdidamente apaixonado, por mais que muitas vezes fiques irritado, pela mulher ao teu lado.

Dizem alguns antigos que Deus, ao tentar essa aventura de criar o Homem, nos entendeu perfeitamente em alguns dias, sem nenhuma dúvida, nos conheceu como a palma de sua mão. Em uma tentativa de tornar as coisas mais desafiadoras, Ele queria apenas uma incógnita mais difícil de resolver. Criou a Mulher. Deu tempo da humanidade ser criada, evoluir, se destruir, reconstruir, dividir, evoluir e voltar a se destruir. Mas não deu tempo de Deus entender sua criação. E nos deu essa incubência. Nada de entender o universo, descobrir se há vida fora da terra, solucionar teorias conspiratórias ou ser podre de rico. O sentido da vida é tentar desvendar a mulher. Talvez, seja por isso que a existência humana esteja durando tantos milhões de anos.

Nunca entendi os ataques de minha mãe, que mais pareciam colapsos nervosos devido a alguma grande tragédia, pelas minhas roupas que estavam – não por minha culpa – ao chão. Bem como, nunca consegui decifrar porque estar satisfeito e não querer repetir o prato significava, para minha vó, que a comida não prestava e que eu preferia comer na rua. Muito menos as conclusões de minha namorada, sobre minhas atitudes em um sonho que teve na madrugada anterior.

Esse é o motivo pelo qual escrevo. Quero dividir algumas grandes interrogações que ficaram em minha cabeça, como tantas que devem existir nos pensamentos de vocês, sobre histórias mirabolantes e situações sem-pé-nem-cabeça que a mente feminina já criou para nos encurralar.

Por: Testosterona

LÉSBICAS CHEGAM MAIS AO ORGASMO

ter, 09/12/14
por Bárbara |
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Pesquisadores de universidades americanas entrevistaram quase 3 mil pessoas solteiras (1350 mulheres e 1500 homens) para saber com que frequência chegavam ao orgasmo durante o sexo com um parceiro conhecido. Todos contaram também qual era a orientação sexual.

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Como era previsto, os homens chegam ao orgasmo mais vezes que as mulheres: em média, chegam lá em 85% das vezes, já elas alcançam o prazer máximo em 63% das experiências sexuais. Entre os homens, a orientação sexual não mudava muito a frequência dos orgasmos. Mas o resultado variava entre as mulheres lésbicas e heterossexuais: 75% versus 61,6%, respectivamente.

“Uma possível explicação é que as mulheres lésbicas estão mais confortáveis e familiarizadas com o corpo feminino e, por conta disso, geralmente são mais habilidosas em induzir o orgasmo nas parceiras femininas”, diz a pesquisa.

Fonte: Super Interessante

BRASILEIRAS PREFEREM SEXO A UMA BOA NOITE DE SONO, APONTA ESTUDO

seg, 08/12/14
por Bárbara |

Um estudo revelou  que entre 60% e 70% das mulheres de Estados Unidos, Reino Unido e China estão satisfeitas com sua vida sexual, mas preferem uma boa noite de sono a fazer sexo. No Brasil, no entanto, apenas 32% das mulheres prefeririam dormir, segundo a pesquisa, feita pela companhia americana de marketing e relações públicas FleishmanHillard. Esse dado contrasta com as preferências de chinesas (70% preferem o sono ao sexo), britânicas (68%) e americanas (60%).

Além disso, o estudo revelou que se americanas e britânicas tivessem que optar entre abrir mão de fazer sexo ou deixar de usar tecnologia durante três meses, a maioria deixaria de lado sua vida sexual. Outras preferências sobre questões financeiras e qualidade de vida foram mostradas nesse estudo, intitulado “Mulheres, Poder & Dinheiro” que se baseou em 4,3 mil entrevistas realizadas em agosto de 2014 nos EUA, Reino Unido, Brasil e China.

Ao serem perguntadas sobre sua definição de sucesso, as mulheres citaram com mais frequência a segurança financeira, a família e a felicidade, ao invés da riqueza, do luxo e de se tornar uma executiva brilhante. Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% das mulheres escolheram dinheiro para garantir o futuro de sua família e, especialmente, fazer com que seus filhos tenham acesso à universidade.

O estudo também mostrou que cerca de 90% das mulheres preferem viver dez anos com uma boa qualidade de vida, do que 20 sem poder usufruir de plena autonomia.No entanto, curiosamente, a percepção da idade varia segundo os países.Em média, britânicas, americanas e brasileiras acham que a ‘velhice’ começa aos 70 anos, enquanto na China começa aos 59 anos para as mulheres e aos 60 para os homens.

Além disso, o desejo das mulheres de ter privacidade nas redes sociais supera, cada vez mais, o de compartilhar suas experiências na internet. Dois terços de britânicas e americanas e 80% das brasileiras tomaram medidas específicas para proteger sua privacidade na rede. De fato, em Reino Unido, Estados Unidos e China, um terço das mulheres presta cada vez mais atenção ao que compartilham nas redes sociais, enquanto no Brasil esse número chega a 61%.

Metade das mulheres que participaram do estudo, que têm idades entre 21 e 70 anos, disseram que presenciaram avanços socioeconômicos em sua vida, enquanto 10% das entrevistadas afirmaram que seu status social piorou. Em relação ao futuro, a maioria o vê de forma positiva, com grandes oportunidades e desafios no horizonte que podem ser aproveitados.

Em média, as mulheres de classe média acreditam que seria necessário um aumento de cerca de 75% em sua renda para que possam ascender à classe média alta, enquanto as mulheres deste último status social acreditam que deveriam ter um patrimônio duas vezes maior para chegar à classe alta.

Fonte: G1

Entendendo o orgasmo feminino.

sex, 05/12/14
por Bárbara |

O sexo para a mulher, começa muito antes da cama e termina muito depois dela. Apesar de alguns homens estarem conscientes desse fato, poucos realmente o levam a sério. Mal sabem quantas oportunidades estão desperdiçando. Sempre conto esse segredo para os homens que atendo no meu consultório, inclusive me apoiando em depoimentos preciosos dados por mulheres com quem já conversei, como os abaixo:

“Não foi o tamanho do pau dele que me impressionou, mas a maneira como de manhã ele tratou aquela senhora que mal conseguia atravessar a rua. Sua delicadeza me deixou super-excitada.”

 “Ele se esforçou como um guerreiro, até broxou, mas foi a dignidade de olhar nos meus olhos e dizer que estava ansioso por me deixar molhada que me cativou para ter mais sexo com ele.”

 “Quando ele colocou gentilmente minha cabeça sobre o braço dele sem me fazer correr dali como uma vagabunda eu soube que ele seria o pai dos meus filhos. E foi.”

Não quero dizer que os corpos, as línguas, os toques e a força não contam para impressionar, mas a qualidade determinante está muito longe dos lençóis. A mulher goza, primeiramente, pela mente. É pela personalidade dele que elas se apaixonam. Pintos existem muitos, mas pessoas incomuns são raras. Ela até pode querer saborear uma foda incrível com um cara patético, mas entre essa rapidinha e o caráter de um aprendiz, ela prefere trabalhar em cima do valor que o principiante tem. E esse pequeno fator que faz a mente de uma mulher gozar é negligenciado pela maioria dos homens.

A mulher transa com uma narrativa que vai sendo tecida para além do desejo sexual –ela não é fisgada pela potência genital do homem, mas pela sua capacidade de penetrar o mundo. Não é da broxada, da falência e do erro que ela foge, mas dá incapacidade de reagir, retomar e se soerguer. A possibilidade de poder viver uma jornada ao lado de um homem incrível, a excita mais do que bombadas dadas por um cara de pinto grande. É por isso que, na maioria das vezes em que uma mulher recusa o sexo, ela está procurando o algo mais naquele homem. É um desafio para que ele tire a venda que está em seu coração e a penetre com o corpo todo, não só com o penis.

Ela se aborrece não pela ejaculação precoce, mas pelos olhos desconcentrados e a preocupação em parecer poderoso só para si mesmo. Ela fica seca com o egoísmo que a desconsidera como parte essencial do prazer do casal. Ela esfria quando ele tenta romper a meia luz envergonhada, por conta de uma dobrinha a mais, só para ver pornograficamente tudo as claras. Ela broxa se a mão dele está desatentamente gelada na hora do toque ou se ele nem se deu ao trabalho de aparar as unhas para masturbá-la. Não é com o tapa da bunda que ela se ofende, mas com a cegueira emocional de um homem tão autocentrado que nem a si mesmo enxerga. Degustar cada espaço, reparar no detalhe comum da dobra atrás do joelho, brincar com a água que espirra debaixo do chuveiro são êxtases silenciosos e superficialmente não sexuais. Para um olhar condicionado é apenas um ato comum.

O que esfria a mulher é quando a cama é só cama, de madeira, molas, espuma, genitais e movimento. O que a incendeia, ainda que ela diga que também gosta de sexo impessoal, é perceber pelo brilho nos olhos dele, que ele a enxergou por trás da bunda grande ou das coxas torneadas.

CASAL SEM VERGONHA

 

 

Mais de 70% das mulheres são apaixonadas por futebol – diz pesquisa.

qui, 04/12/14
por Bárbara |

Sim, elas gostam de futebol. Claro que entendem. Sabem a escalação do time, sim. Do delas, do meu, do seu. A mulherada representa 33% dos super fãs de futebol e 72% elegeu o esporte como primeira paixão, segundo o Ibope – derrubamos o clichê machista de que futebol não é para mulheres.

FAN

“Futebol é coisa de homem”

Homens são mesmo loucos por futebol. E quem diz isso são os números: 82% dos brasileiros citaram o esporte como a primeira paixão, em pesquisa feita pelo Ibope em 2013. Nenhuma surpresa, certo? Mas os números também revelam uma realidade que talvez você não conhecia: 72% das mulheres também elegeram o futebol como primeira paixão. Pois bem. Elas estão cada vez mais se interessando ou assumindo gosto por esportes em geral: 47% dos fãs de MMA são mulheres, também segundo o Ibope.

Mulher não entende nada de futebol”

É uma frase famosíssima, culturalmente propagada por pais, mães, avós, homens e mulheres machistas. A própria produção cultural do país costuma considerar as mulheres como parte desse meio com papeis de torcedoras, mães, namoradas, e raramente como jogadoras.

Os esteriótipos são conhecidos, como a masculinização das mulheres que entendem de futebol e a ideia de que mulheres bonitas não entendem nada ou não podem ser levadas a sério. O que é uma grande besteira, visto que podemos citar inúmeros nomes conhecidos de mulheres ligadas ao esporte que representam muito bem os dois times. As jornalistas e apresentadoras Renata Fan (que foi modelo e Miss), Glenda Kozlowski (em programas de esporte há 22 anos), Michelle Giannella (do Mesa Redonda, na TV Gazeta, o mais antigo programa do gênero), Gabriela Pasqualin (da RedeTV!), entre muitas outras.

Maria Clara Ciasca é a única mulher na redação do GloboEsporte.com. A redação tem cerca de 20 homens, mas ela não sofre preconceito por ser mulher: “No meu caso, é super tranquilo. Desde o primeiro dia, o pessoal me trata com muito respeito e eu nunca me senti mal com nenhum tipo de brincadeira. Pelo contrário, eu entro na deles e brinco também”, conta.

Camila Mattoso, repórter da ESPN, conta que a redação tem apenas quatro mulheres. E além de escrever, Camila também joga futebol: “Comecei quando era criancinha, ficava jogando no meu prédio sempre só com meninos, porque não tinha mais ninguém para me acompanhar. Tentei ajudar as meninas a jogarem bola também, mas não deu muito certo”, brinca.

O pior, para Camila, não são as brincadeiras, mas sim as situações constrangedoras com entrevistados: “Já aconteceu e ainda acontece de eu ligar para o cara e ele chamar para sair, para jantar; já tive que dizer que tenho marido e filhos; explicar que eu não queria nada além de notícias. É complicado”, revela

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Lugar de mulher é na cozinha”

É outra frase clássica. E Maria Clara conta que já ouviu uma dessa: “Comigo, só aconteceu uma vez de um torcedor na arquibancada gritar para mim que lugar de mulher é atrás do fogão e não no estádio. Eu dei risada”. É verdade que muitas mulheres evitam frequentar os estádios por ainda considerarem um lugar perigoso – o que também não deixa de ser verdade, em partes.

Certa vez li um texto da jornalista Fernanda Zaffari falando da relação entre mulheres e futebol, com humor, e tomei a liberdade de citar um trecho aqui: “Estádio de futebol ainda não é teatro ou cinema e é preciso se adaptar a certas especificidades. Afinal, eles chegaram primeiro.