O que as mulheres querem?

ter, 16/12/14
por Bárbara |

Acho que aceitei a condição de um desentendedor de mulheres. E creio que todos deveriam fazer o mesmo. Nós nunca as entenderemos, sempre ficará uma ponta sem ligação, sem conexão, sem entendimento. Não adianta, e nem tem porquê perdermos tempo com isso. Em buscar uma solução mágica, ou uma lógica linear para compreender o que se passa na infinita mente de uma mulher. Isso, além do mais, ainda a torna cada dia mais encantadora e interessante.

Isso não é uma reclamação. Antes que muitos nem tentem interpretar o texto e já me acusem de falácias. É uma constatação de um fato, que a mulher ao teu lado é um enigma para esfinge nenhuma botar defeito. E mais, ao invés de ser devorado, tua condenação é ser perdidamente apaixonado, por mais que muitas vezes fiques irritado, pela mulher ao teu lado.

Dizem alguns antigos que Deus, ao tentar essa aventura de criar o Homem, nos entendeu perfeitamente em alguns dias, sem nenhuma dúvida, nos conheceu como a palma de sua mão. Em uma tentativa de tornar as coisas mais desafiadoras, Ele queria apenas uma incógnita mais difícil de resolver. Criou a Mulher. Deu tempo da humanidade ser criada, evoluir, se destruir, reconstruir, dividir, evoluir e voltar a se destruir. Mas não deu tempo de Deus entender sua criação. E nos deu essa incubência. Nada de entender o universo, descobrir se há vida fora da terra, solucionar teorias conspiratórias ou ser podre de rico. O sentido da vida é tentar desvendar a mulher. Talvez, seja por isso que a existência humana esteja durando tantos milhões de anos.

Nunca entendi os ataques de minha mãe, que mais pareciam colapsos nervosos devido a alguma grande tragédia, pelas minhas roupas que estavam – não por minha culpa – ao chão. Bem como, nunca consegui decifrar porque estar satisfeito e não querer repetir o prato significava, para minha vó, que a comida não prestava e que eu preferia comer na rua. Muito menos as conclusões de minha namorada, sobre minhas atitudes em um sonho que teve na madrugada anterior.

Esse é o motivo pelo qual escrevo. Quero dividir algumas grandes interrogações que ficaram em minha cabeça, como tantas que devem existir nos pensamentos de vocês, sobre histórias mirabolantes e situações sem-pé-nem-cabeça que a mente feminina já criou para nos encurralar.

Por: Testosterona

LÉSBICAS CHEGAM MAIS AO ORGASMO

ter, 09/12/14
por Bárbara |
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Pesquisadores de universidades americanas entrevistaram quase 3 mil pessoas solteiras (1350 mulheres e 1500 homens) para saber com que frequência chegavam ao orgasmo durante o sexo com um parceiro conhecido. Todos contaram também qual era a orientação sexual.

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Como era previsto, os homens chegam ao orgasmo mais vezes que as mulheres: em média, chegam lá em 85% das vezes, já elas alcançam o prazer máximo em 63% das experiências sexuais. Entre os homens, a orientação sexual não mudava muito a frequência dos orgasmos. Mas o resultado variava entre as mulheres lésbicas e heterossexuais: 75% versus 61,6%, respectivamente.

“Uma possível explicação é que as mulheres lésbicas estão mais confortáveis e familiarizadas com o corpo feminino e, por conta disso, geralmente são mais habilidosas em induzir o orgasmo nas parceiras femininas”, diz a pesquisa.

Fonte: Super Interessante

BRASILEIRAS PREFEREM SEXO A UMA BOA NOITE DE SONO, APONTA ESTUDO

seg, 08/12/14
por Bárbara |

Um estudo revelou  que entre 60% e 70% das mulheres de Estados Unidos, Reino Unido e China estão satisfeitas com sua vida sexual, mas preferem uma boa noite de sono a fazer sexo. No Brasil, no entanto, apenas 32% das mulheres prefeririam dormir, segundo a pesquisa, feita pela companhia americana de marketing e relações públicas FleishmanHillard. Esse dado contrasta com as preferências de chinesas (70% preferem o sono ao sexo), britânicas (68%) e americanas (60%).

Além disso, o estudo revelou que se americanas e britânicas tivessem que optar entre abrir mão de fazer sexo ou deixar de usar tecnologia durante três meses, a maioria deixaria de lado sua vida sexual. Outras preferências sobre questões financeiras e qualidade de vida foram mostradas nesse estudo, intitulado “Mulheres, Poder & Dinheiro” que se baseou em 4,3 mil entrevistas realizadas em agosto de 2014 nos EUA, Reino Unido, Brasil e China.

Ao serem perguntadas sobre sua definição de sucesso, as mulheres citaram com mais frequência a segurança financeira, a família e a felicidade, ao invés da riqueza, do luxo e de se tornar uma executiva brilhante. Entre as opções sexo, poder e dinheiro, 80% das mulheres escolheram dinheiro para garantir o futuro de sua família e, especialmente, fazer com que seus filhos tenham acesso à universidade.

O estudo também mostrou que cerca de 90% das mulheres preferem viver dez anos com uma boa qualidade de vida, do que 20 sem poder usufruir de plena autonomia.No entanto, curiosamente, a percepção da idade varia segundo os países.Em média, britânicas, americanas e brasileiras acham que a ‘velhice’ começa aos 70 anos, enquanto na China começa aos 59 anos para as mulheres e aos 60 para os homens.

Além disso, o desejo das mulheres de ter privacidade nas redes sociais supera, cada vez mais, o de compartilhar suas experiências na internet. Dois terços de britânicas e americanas e 80% das brasileiras tomaram medidas específicas para proteger sua privacidade na rede. De fato, em Reino Unido, Estados Unidos e China, um terço das mulheres presta cada vez mais atenção ao que compartilham nas redes sociais, enquanto no Brasil esse número chega a 61%.

Metade das mulheres que participaram do estudo, que têm idades entre 21 e 70 anos, disseram que presenciaram avanços socioeconômicos em sua vida, enquanto 10% das entrevistadas afirmaram que seu status social piorou. Em relação ao futuro, a maioria o vê de forma positiva, com grandes oportunidades e desafios no horizonte que podem ser aproveitados.

Em média, as mulheres de classe média acreditam que seria necessário um aumento de cerca de 75% em sua renda para que possam ascender à classe média alta, enquanto as mulheres deste último status social acreditam que deveriam ter um patrimônio duas vezes maior para chegar à classe alta.

Fonte: G1

Entendendo o orgasmo feminino.

sex, 05/12/14
por Bárbara |

O sexo para a mulher, começa muito antes da cama e termina muito depois dela. Apesar de alguns homens estarem conscientes desse fato, poucos realmente o levam a sério. Mal sabem quantas oportunidades estão desperdiçando. Sempre conto esse segredo para os homens que atendo no meu consultório, inclusive me apoiando em depoimentos preciosos dados por mulheres com quem já conversei, como os abaixo:

“Não foi o tamanho do pau dele que me impressionou, mas a maneira como de manhã ele tratou aquela senhora que mal conseguia atravessar a rua. Sua delicadeza me deixou super-excitada.”

 “Ele se esforçou como um guerreiro, até broxou, mas foi a dignidade de olhar nos meus olhos e dizer que estava ansioso por me deixar molhada que me cativou para ter mais sexo com ele.”

 “Quando ele colocou gentilmente minha cabeça sobre o braço dele sem me fazer correr dali como uma vagabunda eu soube que ele seria o pai dos meus filhos. E foi.”

Não quero dizer que os corpos, as línguas, os toques e a força não contam para impressionar, mas a qualidade determinante está muito longe dos lençóis. A mulher goza, primeiramente, pela mente. É pela personalidade dele que elas se apaixonam. Pintos existem muitos, mas pessoas incomuns são raras. Ela até pode querer saborear uma foda incrível com um cara patético, mas entre essa rapidinha e o caráter de um aprendiz, ela prefere trabalhar em cima do valor que o principiante tem. E esse pequeno fator que faz a mente de uma mulher gozar é negligenciado pela maioria dos homens.

A mulher transa com uma narrativa que vai sendo tecida para além do desejo sexual –ela não é fisgada pela potência genital do homem, mas pela sua capacidade de penetrar o mundo. Não é da broxada, da falência e do erro que ela foge, mas dá incapacidade de reagir, retomar e se soerguer. A possibilidade de poder viver uma jornada ao lado de um homem incrível, a excita mais do que bombadas dadas por um cara de pinto grande. É por isso que, na maioria das vezes em que uma mulher recusa o sexo, ela está procurando o algo mais naquele homem. É um desafio para que ele tire a venda que está em seu coração e a penetre com o corpo todo, não só com o penis.

Ela se aborrece não pela ejaculação precoce, mas pelos olhos desconcentrados e a preocupação em parecer poderoso só para si mesmo. Ela fica seca com o egoísmo que a desconsidera como parte essencial do prazer do casal. Ela esfria quando ele tenta romper a meia luz envergonhada, por conta de uma dobrinha a mais, só para ver pornograficamente tudo as claras. Ela broxa se a mão dele está desatentamente gelada na hora do toque ou se ele nem se deu ao trabalho de aparar as unhas para masturbá-la. Não é com o tapa da bunda que ela se ofende, mas com a cegueira emocional de um homem tão autocentrado que nem a si mesmo enxerga. Degustar cada espaço, reparar no detalhe comum da dobra atrás do joelho, brincar com a água que espirra debaixo do chuveiro são êxtases silenciosos e superficialmente não sexuais. Para um olhar condicionado é apenas um ato comum.

O que esfria a mulher é quando a cama é só cama, de madeira, molas, espuma, genitais e movimento. O que a incendeia, ainda que ela diga que também gosta de sexo impessoal, é perceber pelo brilho nos olhos dele, que ele a enxergou por trás da bunda grande ou das coxas torneadas.

CASAL SEM VERGONHA

 

 

Mais de 70% das mulheres são apaixonadas por futebol – diz pesquisa.

qui, 04/12/14
por Bárbara |

Sim, elas gostam de futebol. Claro que entendem. Sabem a escalação do time, sim. Do delas, do meu, do seu. A mulherada representa 33% dos super fãs de futebol e 72% elegeu o esporte como primeira paixão, segundo o Ibope – derrubamos o clichê machista de que futebol não é para mulheres.

FAN

“Futebol é coisa de homem”

Homens são mesmo loucos por futebol. E quem diz isso são os números: 82% dos brasileiros citaram o esporte como a primeira paixão, em pesquisa feita pelo Ibope em 2013. Nenhuma surpresa, certo? Mas os números também revelam uma realidade que talvez você não conhecia: 72% das mulheres também elegeram o futebol como primeira paixão. Pois bem. Elas estão cada vez mais se interessando ou assumindo gosto por esportes em geral: 47% dos fãs de MMA são mulheres, também segundo o Ibope.

Mulher não entende nada de futebol”

É uma frase famosíssima, culturalmente propagada por pais, mães, avós, homens e mulheres machistas. A própria produção cultural do país costuma considerar as mulheres como parte desse meio com papeis de torcedoras, mães, namoradas, e raramente como jogadoras.

Os esteriótipos são conhecidos, como a masculinização das mulheres que entendem de futebol e a ideia de que mulheres bonitas não entendem nada ou não podem ser levadas a sério. O que é uma grande besteira, visto que podemos citar inúmeros nomes conhecidos de mulheres ligadas ao esporte que representam muito bem os dois times. As jornalistas e apresentadoras Renata Fan (que foi modelo e Miss), Glenda Kozlowski (em programas de esporte há 22 anos), Michelle Giannella (do Mesa Redonda, na TV Gazeta, o mais antigo programa do gênero), Gabriela Pasqualin (da RedeTV!), entre muitas outras.

Maria Clara Ciasca é a única mulher na redação do GloboEsporte.com. A redação tem cerca de 20 homens, mas ela não sofre preconceito por ser mulher: “No meu caso, é super tranquilo. Desde o primeiro dia, o pessoal me trata com muito respeito e eu nunca me senti mal com nenhum tipo de brincadeira. Pelo contrário, eu entro na deles e brinco também”, conta.

Camila Mattoso, repórter da ESPN, conta que a redação tem apenas quatro mulheres. E além de escrever, Camila também joga futebol: “Comecei quando era criancinha, ficava jogando no meu prédio sempre só com meninos, porque não tinha mais ninguém para me acompanhar. Tentei ajudar as meninas a jogarem bola também, mas não deu muito certo”, brinca.

O pior, para Camila, não são as brincadeiras, mas sim as situações constrangedoras com entrevistados: “Já aconteceu e ainda acontece de eu ligar para o cara e ele chamar para sair, para jantar; já tive que dizer que tenho marido e filhos; explicar que eu não queria nada além de notícias. É complicado”, revela

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Lugar de mulher é na cozinha”

É outra frase clássica. E Maria Clara conta que já ouviu uma dessa: “Comigo, só aconteceu uma vez de um torcedor na arquibancada gritar para mim que lugar de mulher é atrás do fogão e não no estádio. Eu dei risada”. É verdade que muitas mulheres evitam frequentar os estádios por ainda considerarem um lugar perigoso – o que também não deixa de ser verdade, em partes.

Certa vez li um texto da jornalista Fernanda Zaffari falando da relação entre mulheres e futebol, com humor, e tomei a liberdade de citar um trecho aqui: “Estádio de futebol ainda não é teatro ou cinema e é preciso se adaptar a certas especificidades. Afinal, eles chegaram primeiro.

Ruivas em extinção?

qua, 03/12/14
por Bárbara |

Dias de Ruivo é o nome de um festival na Holanda. Morenos, louros, negros e asiáticos são até bem-vindos, mas a ideia é que os tipos de pele clara, sardentos e de cabelos vermelhos se encontrem para conversar, trocar impressões. E lá não acontecem apenas debates: há jogos, brincadeiras e, segundo os participantes, todas essas dinâmicas são importantes para que eles não se sintam tão isolados.

A inglesa Louisa Morgan e o marido David levaram a filha de 5 anos até Breda, no sul da Holanda. A viagem tinha um propósito bem claro, além da diversão: mostrar à menina que ter o cabelo vermelho é não nada fora do comum. Ali, desde 2005, uma vez por ano, moradores de diversos países se participam de evento diferente com pessoas bem parecidas. O festival Dias de Ruivos promove um fim de semana com festas, sessões de fotos, exposições e concertos. Uma das atrações mais concorridas é a tenda do encontro rápido. A cada dez minutos, os participantes trocam de lugar para conhecer a pessoa que está sentada na frente. O espaço é aberto a todos os visitantes, não apenas pessoas de cabelos vermelhos.

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Para a estudante alemã Astrid Roth, a experiência de conhecer outros ruivos de um jeito tão rápido emociona. “Realmente gostei da agilidade dos encontros. Foi muito emocionante conhecer outras pessoas que tinham as mesmas experiências que eu”, conta. O estudante de filosofia holandês Bart de Mol afirma que é provável que tenham menos ruivos no planeta a cada ano. Por isso, iniciativas como essa, de um encontro rápido, são uma boa ideia. “É ótimo que a gente tenha esse festival, mas acho que esse encontro rápido deveria ser o objetivo central. É bom para a gente conhecer novas pessoas. Até existe a possibilidade de rolar algo mais”, afirma.

Ele tem razão quando fala em extinção. No laboratório de genética humana de Amsterdã, o doutor Erik Sistermans diz que, em termos genéticos, os ruivos estariam com os dias contados. O perigo estaria associado à circulação cada vez maior de indivíduos pelo planeta. “Isso tem a ver com o fluxo de pessoas de países com poucos ruivos para países com grande população de ruivos. Para nascer uma criança de cabelo vermelho, você precisa que o pai e a mãe tenham o gene para isso, o que é muito raro numa população mais mestiça”, explica o médico.

O aquecimento global também poderia por em risco a permanência dos ruivos entre nós. Segundo os geneticistas, a mutação do gene recessivo responsável por essas características está relacionada à baixa luminosidade. Ou seja, quanto mais dias ensolarados, menos chance de a mutação acontecer.

Atualmente, a Escócia tem o maior percentual de pessoas com cabelos naturalmente avermelhados. Eles representam cerca de 13% dos habitantes. A Irlanda fica em segundo lugar, com 10% da população. No cinema, eles também não são muitos. Mas é difícil esquecê-los. Dos sucessos de Rita Hayworth, às aventuras de Annie, Jessica Rabbit, de Nicole Kidman em diversas versões mas, principalmente, como Satine, de Moulin Rouge.

Fonte: Globo News

FALTA POUCO!

seg, 01/12/14
por Bárbara |

É daqui a pouco, a partir das 0h teremos um ao vivo (o quarto) no site do Sexy Hot!

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Fique ligado!

 

Pesquisa diz: jovens brasileiras são as mais infiéis do mundo!

sex, 28/11/14
por Bárbara |

Antes que a polêmica seja instaurada, vamos ao que interessa. O site de relacionamento extraconjugal AshleyMadison.com – ou seja, um site dedicado especialmente a pessoas que estão em um relacionamento, mas procuram outros parceiros – divulgou uma pesquisa apontando que as mulheres brasileiras são as mais jovens quando o assunto é infidelidade.

Baseado na idade média das inscritas no serviço, de 26 anos, o diretor geral do site no Brasil, Eduardo Borges, cravou: “Dados recentes representam que as brasileiras já iniciam seus relacionamentos extraconjugais com apenas 1 ou 2 anos de casamento”. Segundo ele, a “culpa” da insatisfação das jovens brasileiras pode ser da própria cultura sensual do País, que não suprime o desejo sexual.

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Feita com mais de 2.500 mulheres, uma outra pesquisa mostra que 57% delas admitem ter dois ou mais amantes ao mesmo tempo. De acordo com 46%, o desejo de variedade é o principal motivador da traição e 14% se queixam da falta de sexo no casamento.

A pesquisa também faz um “top 5″ das cidades que tiveram as mulheres mais jovens entrevistadas, que admitiram ser infiéis. Goiânia e Florianópolis tiveram uma maioria de 25 anos, Belo Horizonte de 26, Salvador de 27 e São Paulo de 28 anos.

 

Notícia do Terra

Pesquisa diz: Homens acham as mulheres de salto mais sexy!

qua, 26/11/14
por Bárbara |

Um novo estudo publicado na revista “Archives of Sexual Behaviour” prova que os homens realmente acham mais sexy mulheres de salto alto. O autor do estudo, Nicholas Gueguen, no departamento de comportamento social na Universidade de Bretagne, conduziu três experimentos com mulheres francesas morenas, vestidas com tailleurs pretos idênticos, com saias retas e camisas brancas. As únicas diferenças entre as mulheres estavam seus sapatos. Na série de experimentos, Gueguen fez as mulheres de isca para homens desavisados.

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Primeiro, as mulheres usavam sapatilhas pretas sem salto, sapatos pretos com um salto de 5 centímetros ou escarpins pretos com salto de 9 centímetros. Todas se aproximavam de várias pessoas pedindo assistência e trocavam de sapato a cada 10 pessoas. Uma mulher de 19 anos se aproximou de homens entre as idades de 25 e 50, pedindo sua ajuda com uma pesquisa sobre a igualdade de gênero, e recebeu o maior número de respostas quando usava saltos mais altos: 83% dos homens que se aproximaram concordaram em passar de três a quatro minutos respondendo suas perguntas, em comparação com quase metade desse número (47%) quando ela usava sapatos baixos.

Mas e as mulheres, como reagiram às outras de salto alto? Para descobrir, quatro mulheres pediram a homens e mulheres para participar de uma pesquisa sobre alimentação. Mais uma vez, os homens eram mais propensos a responder quando as mulheres usavam saltos mais altos — 82% concordaram em fazer o levantamento quando as mulheres usavam salto 9, em comparação com 42% que responderam quando elas usavam sapatos baixos.

Por que os homens são mais receptivos às mulheres de salto alto? Para testar a hipótese, Gueguen disse às mulheres para encontrar homens que serviriam como “presas” e caminhar à frente deles, em seguida, deixar cair uma luva. Noventa e três por cento dos homens pegaram a luva quando as mulheres usavam saltos altos; e 62% fizeram a gentileza para as que usavam sapatos baixos.

Para o grand finale, pesquisadores queriam ver se os saltos altos realmente atraíam romanticamente os homens. Eles estrategicamente colocaram mulheres usando diferentes alturas de salto em três bares, e as posicionaram em mesas perto do bar onde os sapatos eram visíveis aos que estavam no balcão. Em média, foram necessários apenas 7,49 minutos para que os homens abordassem mulheres que usavam salto alto. Para as que usavam sapatos baixos, levou quase duas vezes mais: 13,54 minutos.

O que exatamente é tão sexy sobre saltos altos? Gueguen culpa os meios de comunicação para a forte associação entre saltos e sensualidade. E sim, saltos mais altos podem mudar a forma como uma mulher anda, fazendo balançar os quadris um pouco mais, mas no estudo, mesmo as mulheres que estavam sentadas e usavam saltos foram abordadas por mais homens. Tudo isso confirma que os homens tendem a usar atributos físicos, como forma de avaliar a atratividade das mulheres e para encontrar parceiras em potencial. Não é exatamente uma revelação, mas Gueguen dá alguma credibilidade à escolha aparentemente ilógica. “Como homem eu prefiro minha esposa de saltos altos, e muitos homens na França têm a mesma avaliação”, conta o pesquisador.

Fonte: O Globo

Dia de ao vivo no Sexy Hot!

seg, 24/11/14
por Bárbara |

É daqui a pouco, a partir das 0h teremos um ao vivo no site do Sexy Hot!

Dessa vez, Nicole Bittencourt será a estrela da noite e se vocês escolherem na enquete levará até banana no rabo. E aí?

Vamos de ao vivo?

SEXO AO VIVO