Toda nudez será castigada (2)

seg, 01/09/14
por Bárbara |

E cá estou eu, novamente escrevendo sobre este tema. Se você não se lembra ou não viu, em março eu escrevi sobre este tema (toda nudez será castigada). Na época, uma menina foi execrada por ter ficado nua numa festa que incentivava isso. Quando viram a foto da tal menina, vieram para cima dela com uma chuva de comentários machistas.

E ontem de noite, quase indo dormir, entrei no facebook e vi um pequeno alvoroço. Fotos vazadas da Jennifer Lawrence. Todos só comentando e falando sobre isso. Links para lá, links para cá. E parece que tem mais, não foram só fotos da Lawrence que vazaram roubaram.

Não foi um descuido qualquer que fez as fotos chegarem em mãos não tão bem intencionadas. As contas na nuvem dessas celebridades foram atacadas por hackers até eles conseguirem o que queriam: fotos de momentos íntimos de algumas celebridades.

Todos nós gostamos de nos exibir. Muitos de nós já tiramos fotos que não mostraríamos para os nossos pais. Imaginem agora se elas ganhassem a internet, o caos que isso geraria nas nossas vidas (e hoje em dia isso está tão fácil, qualquer celular meia bunda filma, tira fotos e se conecta com a internet. Todo mundo é capaz de produzir um mini pornô amador). E por causa de um simples nu. Se a sociedade não fosse tão machista, esse fato ocorrido com a Lawrence não teria tanta repercussão. Até porque de mulher pelada a internet está cheia, e fotos com consentimento para estarem lá. Agora ela terá que ver sua imagem por ai, de um momento extremamente íntimo, em trocentos sites e com milhares de pessoas comentando que: “Ué, quem mandou se exibir?” “Eu não faria isto” e todo o tipo de comentários machistas. Como se ela não pudesse tirar simples fotos nua. E, gente, qual é o problema com o nu?

Vamos parar de castigar a nudez. Se ela não fosse vista com todo esse pudor, eventos como estes seriam bem menos comentados. E dariam bem menos dor de cabeça para quem se viu por ai pela internet.

Beijinhos,

Para esquentar o final de semana…

sex, 29/08/14
por Bárbara |

Estive pensando em como começar bem o final de semana (o meu e o de vocês, sempre)! Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras, certo?

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Com vocês, Kayden Kross!

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Tem como começar melhor um final de semana?

Beijinhos!

Você no Blog Sexy Hot ou A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista (parte 3)

qui, 28/08/14
por Bárbara |

Se você perdeu ou ainda não viu e quer acompanhar, só clicar para ler a parte 1 e a parte 2 dessa história fantástica!

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A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista – Parte 3

Naquela manhã, Jussara chegou mais silenciosa do que de costume pensando no que vivera durante à noite.

Antes trair o marido era fácil, não tinha remorso, pois fazia com homens que ele nem sonhara em conhecer. Porém, agora era diferente.

Vicente além de ser seu vizinho, também se tornara colega de trabalho dele.

A rotina do casal basicamente não foi afetada. Quando Carlos queria manter relações sexuais com a esposa, ele a procurava. Isso era fato raro.

No entanto, se ele tivesse outra pessoa fora do casamento, Jussara não se importava e não queria saber. Não havia nenhuma condição de julgamento, seu desejo agora era ter Vicente colado ao seu corpo.

Vicente astuto como ele era, o que fez?

Ele simplesmente evitara Jussara, nas raras vezes que se encontravam pela rua do bairro. E quando Carlos o convidava para ir a sua casa, lhe contava alguma desculpa esfarrapada.

Isso fazia com que Jussara se definhasse por dentro. Até suas idas para a casa da mãe não eram mais assíduas. E quando dizia que ia pernoitar por lá, Jussara não mais mentira.

Essa situação se arrastou por quase longos dois meses. E Jussara se surpreendeu, pensando que Vicente tivesse desistido de sua chantagem.

À tarde sozinha em casa, o telefone toca.

- Alô… – Disse ele.

- Pois não. – Respondeu ela.

- Esteja pronta hoje à noite. E leve na bolsa um vestidinho bem sexy. – Ordenou Vicente reconhecendo a sua voz e sem ao menos Jussara responder algo, ele desligou.

- O que estaria planejando? Seria mais um encontro entre os três? Alberto, Vicente e ela? – Ficou perguntando a si mesma.

Logo em seguida, ligou para o marido dizendo sobre a ida para a casa de sua mãe. Ele concordou prontamente.

No mesmo esquema, Alberto foi buscá-la e passando em outro lugar se encontraram com Vicente.

Não existiu uma boa noite.

- Trouxe o que lhe pedi. – Quis saber Vicente.

- Sim! – Respondeu ela.

- Então se troque. – Disse ele.

- Mas aqui? – Indagou.

- Não se faça de recatada. Já vimos tudo o que tem aí debaixo dessas roupas. – Disse Alberto.

Dali a alguns minutos, Jussara ficou da maneira que eles desejavam.

E ficaram rodando pelas ruas do Centro da cidade para que passasse a hora e chegarem até onde queriam.

O vidro do carro era claro, e para acrescentar algo a mais, Vicente lhe sugeriu algo:

- Jussara, que tal um showzinho para nós e os demais que estão nesse trânsito chato?

Ela não entendeu nada, e quando Alberto tirou do porta-luvas uma máscara.

- Coloque isso! – Disse ele.

Sabendo que não teria outras opções, Jussara atendeu ao pedido.

- Isso! Continue sendo uma boa menina! – Falou Vicente.

Jussara se sentiu incomodada…

- O que eles pretendiam? – Indagou.

Vicente desfez o laço que segurava a alça do vestido revelando o seio desnudo. O que fez por reflexo colocar a mão para cobri-lo.

- A intenção é para que fique à mostra. Agora preciso que se insinue para os motoristas que estão passando por você. – Disse Vicente com um tom de voz mais calmo como o de costume.

Jussara entendeu o que deseja e começou a se acariciar. Notório se fazia os olhares e as reações em sua direção.

Vicente estava no comando e lhe pediu mais ousadia, quando Alberto lhe puxou a outra alça do vestido.

Nesse momento, Jussara estava excitada… Sua calcinha completamente molhada.  Nunca tivera com o marido a cumplicidade que Alberto e Vicente estavam tendo com ela, mesmo sendo à base de chantagem. O que estava acontecendo ali foi o que desejara fazer algum dia.

Rebolando sobre o banco ao lado de Vicente, levantou o vestido demonstrando toda a sua excitação. Porém, Vicente a observava…

Alberto fora mais ousado levantando um pouco o corpo e esticando a mão até a buceta dela, deu um leve apertão.

- Fique à vontade amigo, mas cuidado com o trânsito. – Disse Vicente sempre coerente.

Os homens nos veículos ao lado ficaram loucos com a cena, assobiavam… Gritavam… Chamavam-na de gostosa.

Vicente observava tudo com atenção. Aqueles homens e algumas mulheres se manifestavam desejando estar ao lado de Jussara e poder usufruir de seu corpo.

Toda aquela situação deixou o tesão de todos aflorados e finalmente chegaram ao seu destino.

Ainda mascarada, os três entraram em uma casa de swing bastante conhecida na cidade e por fim Vicente lhe avisou que seu nome seria Wall, para não despertar a curiosidade de outras pessoas.

Tudo o que vivera ali estava sendo tão diferente.

-Será que Vicente se renderia a ela ali mesmo?

Os dois rapazes lhe mostraram como funcionava a casa. Alberto se mostrava sempre mais empolgado.

A frieza de Vicente com relação a ela era impar.

Uma mulher se aproximou do trio mostrando grande entrosamento com Vicente. Isso fez com que Jussara sentisse ciúmes.

Ciúme: uma palavra que não se encaixa em uma casa de swing. Isso soava bem contraditório aos seus ouvidos.

Jennifer seria este o seu nome. Depois de conversarem um pouco afastados, eles tornaram a se aproximar e sua atenção agora era voltada quase que exclusivamente para Jussara, ou seja, Wall.

Os dois rapazes se serviram de bebidas, enquanto as duas mulheres conversavam.

Jennifer levou Wall para outro lugar e ali se deu início a carícias.

Um pouco tímida Wall foi cedendo, já que se encontrava nas mãos de Vicente.

Jussara reviveu as cenas de que quando estavam no carro e entre as carícias que Jennifer, notou o olhar atento de Vicente.

O jogo dele era esse, já que seria a esposa infiel, ele desejava a ver traindo o marido.

Com o tempo, Jussara foi se soltando e se envolvendo mais no sexo de Jennifer.

Depois ela notara que Alberto estava metendo no cu de uma mulher, enquanto outro homem preenchia a sua buceta.

E Vicente? Onde estaria, já que não estava mais aonde se encontrava?

Quando olhou para o lado esquerdo e o viu com outra mulher.

Depois de transarem por algum tempo ele se aproximou e ficou observando com a outra os movimentos sinuosos de wall e Jennifer.

Jussara recebeu toda a atenção de Jennifer, rebolando e gozando com mãos macias deslizando em seu corpo.

Assim, Jussara foi introduzida ao mundo fascinante e instigante da casa de swing

Porém, o que mais Vicente a revelaria com o doce sabor da chantagem?

Ao retornarem já com o dia amanhecendo…

- Você aprende rápido. – Disse Alberto.

- Pois é… A esposa infiel… Mas precisa aprender mais coisas para chegar ao ponto que desejo. – Comentou Vicente.

- Nada melhor do que fazer um marido corno. Qual é o nome dele mesmo? – Quis saber Alberto.

- Responda você, cachorra! – Ordenou Vicente.

- Carlos… – Respondeu ela em tom baixo.

No trajeto de volta, Jussara novamente trocou a roupa. E os dois a deixaram em um local um pouco afastada de casa.

Jussara sentira que não terminara por ali…

- O que mais poderia acontecer? – Perguntou a si mesma.

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Ansiosos para o final? Ainda tem MUITA coisa para acontecer nessa história!

E claro, não poderia deixar de dar os créditos a escritora, Fabby Lima!

Beijinhos,

Minhas histórias na faculdade

qua, 27/08/14
por Bárbara |

Hoje vou contar uma história que me aconteceu no inicio da faculdade há algum tempo. Naquela época tinha uma namorada, que vou apelidar como anja, mas também tinha uma amante que, clichê ou não, chamarei de “diaba.” E foi com diaba que a história do conto de hoje aconteceu.

Era mais uma dia de aula normal, turno da noite, quando recebo uma mensagem de Diaba no meu telefone: “Preto, tá na faculdade?”, e eu, como sempre presente respondi de imediato a minha maravilhosa e espirituosa amante.

Diaba era uma mulher do tipo que gosto: loira, malhada, lábios grandes, carnudos, molhados e macios. Diaba era fogosa, tinha ímpeto ofensivo, vinha pra cima de mim como uma leoa. Isso! Diaba é uma leoa!

E nesse dia, no encontramos pelas escadas de incêndio da minha imensa faculdade e fizemos uma das coisas mais gostosas (e perigosas) de nossas vidas. Diaba pagou, ali mesmo na escada, um tremendo boquete. Como disse, sua boca era macia e quente e a cada vez que ela passava a língua em minha cabeça eu sentia uma contração em toda espinha dorsal. Diaba não era mesmo de Deus!

Voltando ao boquete, diaba tinha uma técnica apurada, lambia de baixo para cima meu saco e de cima para baixo meu pau. Alternava linguadas rápidas com outras bem pausadas, entre as pausas olhava fixo nos meus olhos e isso me deixava com mais tesão. Tesão se existisse um termômetro que medisse tesão, o meu sem dúvidas estaria lá em cima. Diaba sabia o que fazia.

Gozei! Diaba bebeu tudo até a última gota, tudo isso ali, na escura escada do 11º andar de minha faculdade. Ainda me lembro perfeitamente das palavras de diaba ao terminar: “amanhã tem de novo, né? ”

Aqui no blog Sexy Hot tem sim!

diaba

Dom Ricardon

O ser humano em tempos de redes sociais

ter, 26/08/14
por Bárbara |

Somos seres sociais. Isto é um fato, se não não viveríamos naquilo que chamamos de sociedade. E desde sempre o homem tenta se comunicar das mais diversas formas possíveis. Fala, escrita, artes, etc. Sempre com o intuito de comunicar algo a alguém. Ou alguéns. A comunicação está na base da nossa sociedade e foi através dela que conseguimos nos organizar.

Era óbvio que o fato de sermos seres extremamente sociais iria de alguma influenciar a maneira com que lidamos com tecnologia. Com que fazemos surgir tecnologias. A Internet surgiu para poder fazer uma comunicação rápida e eficiente entre centrais militares. Com sua propagação para a sociedade cívil, ela passou a ser a ponte de uma comunicação global, de uma comunidade global. Nossos pais nunca imaginariam que seria tão fácil falar com alguém do outro lado do mundo.

Com a evolução da internet e sua propagação, vimos surgir as redes sociais. E claro, quase todas fizeram e fazem um enorme sucesso. Todo mundo tem, todo mundo tá lá, etc etc etc. E quase todo mundo está viciado. Veja bem, não sou contra redes sociais, tenho todas e sempre entro. Mas acho que as coisas estão passando um pouco dos limites. Já tem tempos que queria fazer um post sobre isso. Afinal, todo mundo conhece algum caso de vídeo vazado na internet e que causou desgraça em pessoas e famílias. Alguém pensa nisso antes de clicar em compartilhar? Ou em achar a página de alguém para tecer comentários maldosos?

Até onde vai o limite do compartilhar? Será que não estamos abrindo demais nossas vidas pessoais, em busca só de um pouco de atenção? Todo mundo aqui tem aquela pessoa que compartilha TUDO na internet. Ou que sempre entra para dar bom dia aos seus seguidores. Qual o limite disso?

Vivemos agora a febre do selfie. Já perdi as contas das vezes que estive nas seguintes situações:

a) Família jantando em um restaurante sensacional. Todos no celular, tirando fotos da comida, conversando no whatsapp, fazendo seja lá o que for. Menos conversando entre si e apreciando o momento, o jantar, a comida.

b) Pessoas que viajam e acham que se não tirar fotos todo os dias não está viajando. E tem que ter selfie.

c) Pessoas que não aproveitam o momento. Seja lá qual for. Só está preocupado se a foto vai ficar bonita para poder compartilhar.

d) Sala de aula. O professor falando coisas deveras interessante. Todos no celular.

e) Todas as anteriores.

Quem não conhece (ou é) pessoas assim? Ou nunca passou por tais situações? Será que não estamos perdendo um pouco a noção?

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Ninguém se importa com que roupa você foi à academia, com os ingredientes do seu jantar e muito menos se você pagou o aluguel em dia. Ninguém quer saber se você está triste, feliz, emocionado ou como está se sentindo de verdade. Cada vez mais, as pessoas gritam para serem ouvidas, mas não têm nada a dizer. Criam motivos para chamar a atenção, mas ultrapassam o senso do aceitável. Com exceção de amigos e parceiros, o mundo não está nem aí para o que você pensa.

Nos últimos dias, acompanhamos a trágica morte do candidato à presidência, Eduardo Campos e, quase que simultaneamente à divulgação da notícia, uma infinidade de posts, fotos e memes circularam pelas redes sociais com o intuito de fazer humor. Esta necessidade em ser engraçado, cool, viral, custe o que custar, independentemente do motivo, transformou as pessoas em seres irracionais, sem um mínimo de caráter. Antes de abrir o Photoshop, alguém pensou que sete famílias estavam sofrendo com a perda de seus entes queridos? Que, por ser uma rede universal, provavelmente os parentes das vítimas veriam essas montagens de extremo mau gosto em suas timelines? Não só isso: morte não é – e nunca foi – um assunto para se fazer humor.

Por coincidência, toda minha família e grandes amigos moram em Santos, em local muito próximo ao do acidente. E acredite: eu também recebi essas “brincadeiras” pelo whatsapp. Ninguém se importa com o sentimento dos outros, lembra? Afinal, o que leva alguém a compartilhar fotos de acidentes com vítimas fatais? Curiosidade mórbida? Ou só a vontade de parecer bem informado? De chamar a atenção? O conselho de nossas mães para sempre nos colocarmos no lugar do outro desapareceu junto com o bom senso das pessoas.

A onda do #aftersex, em que casais, após a transa, tiravam uma foto para postar nas redes sociais comprova que não há limites para o exibicionismo desenfreado em troca de atenção. E o surgimento do Secret, aplicativo onde você pode falar mal (ou bem – mas ninguém fala bem) de qualquer pessoa esfrega na nossa cara o quão mesquinho o ser humano pode ser quando está protegido pelo anonimato.

Eu não me excluo deste mundo moderno: também tiro selfies, faço check-ins desnecessários e quando a autoestima está baixa a vontade de postar uma foto no Instagram aumenta. Para mim, é válido, pois, nestes casos, não há prejudicados. Não há quebra de caráter nem humor fora de hora. Nem um ego que quer ser maior do que realmente é.

Sou a favor da livre expressão, de dizer o que pensa nas redes sociais, de compartilhar bobagens que fazem rir por um momento, de páginas de humor legítimas e que não ofendam a honra de ninguém, de selfies e check-ins. Mas, na ânsia em ser maior, de querer chamar mais a atenção, você pode estar sendo pequeno demais.

via casalsemvergonha

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Sinceramente? Acho que muitas vezes não tem nada melhor do que se desligar do resto do mundo e aproveitar o momento.

Beijinhos,

Motivos para se ver pornô!

seg, 25/08/14
por Bárbara |

Segunda-feira já é um dia estressante por natureza, né? Só de chegar perto dele todo mundo já fica nervoso e já começa a pensar e projetar o próximo final de semana. Acho que uma das coisas mais relaxantes que se tem para fazer depois de uma segunda estressante é chegar em casa, tomar um banho para já começar a descansar e assistir um pornô para ficar totalmente tranquila!

E este não é o único bom motivo para assistir pornô!

Agora você já tem boas respostas quando alguém te perguntar porque você gosta ou porque você assiste tanto pornô!

Beijinhos e boa pornografia!

Sexo casual: o que acham?

sex, 22/08/14
por Bárbara |

O tema de hoje pode ser meio polêmico (ou não)…mas, o que vocês acham de sexo casual? Hoje é sexta e muitos de vocês (inclusive eu) irão sair por ai para ver o que o final de semana reserva. E, dependendo de como for a noite, pode ser que ela termine na cama. E com companhia. E pode ser que só seja algo casual, que vocês nunca mais se vejam.

Tem gente que não curte. Conheço pessoas que acham que para levar alguém para a cama precisa de algum mínimo envolvimento, alguma história, qualquer coisa. Se não houver, não funciona, não tem clima e a noite é uma merda. Por outro lado, conheço pessoas que AMAM algo casual. Alivia, não cria espectativas, não precisa ligar no dia seguinte, tudo muito bom, tudo muito bem, todo mundo super bem resolvido.

Eu, sinceramente, não vejo nenhum problema em uma transa casual, mas desde que ambas as partes estejam totalmente conscientes que se trata de algo casual, one night only (e se for muito bom, quem sabe com direito a um repeteco). Acho que não existe nada mais chato do que quando você só quer algo casual e o outro não. Sempre dá problemas, brigas, DRs – acho terrível ter DR se não tem nem relacionamento para ter a discussão. É o fim.

Em compensação, sexo sempre tende a complicar as coisas. É um momento de intimidade muito grande, em pessoas que não são tão bem resolvidades, sexo sempre vem carregado com questões e problemas posteriores. Eu já tive casos com caras super bem resolvidos e sempre foi sensacional. Assim como também já tive casos com caras que não entendiam porque eu não retornava ou respondia mensagens desesperadas.

Pesquisando por ai achei um excelente guia no Conversa de Homem, com boas práticas para quem quiser se aventurar no mundo do sexo casual:

O Lado Bom

A excitação: Toda relação de sexo casual é como a primeira vez, com toda a excitação. Você está vendo a pessoa nua pela primeira vez, você está explorando seu corpo, cada toque excita.

A falta de barreiras: É tudo sobre sexo e diversão. Os dois querem isso e estão querendo se aventurar. E é muito mais fácil viver suas fantasias. Realmente não importa o que o outro pensa sobre você e seu apetite sexual no outro dia, você já vai ter ido embora e provavelmente nunca mais verá essa pessoa.

Ser safado: É muito divertido ser uma garota safado ou um garoto malvado nessas horas – faz tudo ser mais excitante.

O Lado Ruim

Apaixonar-se: Esse é um problema sério. Afinal, a ideia era uma noite de sexo apaixonado sem compromisso. Se vocês dois se apaixonarem, sem problemas. Mas se acontecer com apenas um de vocês, é uma grande chateação. E isso acontece – três a cada dez mulheres e um a cada dez homens que fizeram sexo casual se apaixonaram.

Um sentimento ruim no outro dia: Algumas pessoas acordam com a consciência pesada no outro dia por terem traído seu parceiro fixo. Outros ficam horrorizados quando acordam na manhã seguinte, dormindo ao lado de alguém que você nunca teria chegado perto se estivesse com a cabeça no lugar na noite anterior.

Muito impessoal: Um em cada 5 acreditam que o sexo casual foi muito impessoal. Então, no geral, a opinião é que transas de uma noite são muito divertidas.

Dez Regras Principais:

E você pode evitar os lados ruins se você seguir as dez principais regras de etiqueta para o sexo casual.

1. Escolha sua parceira quando estiver sóbrio.

Você não quer se assustar quando perceber com quem está dormindo na manhã seguinte.

2. Não use o sexo casual como vingança.

Você não iria gostar disso. Relações de uma noite são para uma ótima noite de sexo, não para se vingar de sua parceira.

3. Não escolha sua ex.

Muito perigoso. Existem muitas emoções complicadas envolvidas.

4. Não tenha um caso com sua melhor amiga.

Isso vai mudar a amizade para sempre, e provavelmente a arruinar.

5. Compre camisinhas.

E tenha certeza de usá-las!

6. Garanta que ambos tenham um orgasmo.

Afinal, sexo é tudo que querem um do outro, então não é justo deixar um de vocês insatisfeito.

7. Não pergunta “Você me ama?”

É contra o acordo silencioso. Lembre-se: Relações amorosas de uma noite são apenas sexo casual, o amor é visto como um incômodo.

8. Não seja muito carinhoso.

Não segure a mão da outra pessoa ou use apelidos carinhosos, deixe isso para pessoas que estão apaixonadas.

9. Não se prenda a um caso.

Grudar é o pior pecado. Evite a todo custo.

10. Não peça o número de telefone.

Se você desejar ver seu caso novamente, dê o seu número de telefone, mas não peça o dela.

A Etiqueta da Manhã Seguinte

A manhã seguinte pode ser um pouco esquisita. Você deve ir embora em silêncio e tomar um café? Você beija ou trata o outro como estranho?

1. Seja amigável.

Não importa como você se sente sobre a mulher, tirando o caso de algum comportamento inaceitável por parte dela, seja cortês e amigável.

2. Não saia de fininho.

Se ela ainda está dormindo, dê um beijo no rosto antes de ir.

3. Não empurre-a pela porta.

Seja educado e ofereça um café. Se ela não quiser café você pode mandá-la seguir seu caminho.

4. Tome café da manhã apenas se quiser.

Apenas ofereça café da manhã se você quiser e apenas fique para o café da manhã se tiver vontade.

5. Não seja muito pessoal.

Não trate-a como uma amante de tempos. Não faça perguntas pessoais sobre a intimidade dela.

6. Sem promessas.

Não prometa outro encontro se você sabe que nunca vai acontecer.

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O que acham? Curtem a ideia de ter algo somente casual?

Bem, depois deste post só posso falar uma coisa: exxxcelente final de semana para todos rs!

Beijinhos,

Você no Blog Sexy Hot ou A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista (parte 2)

qui, 21/08/14
por Bárbara |

Só para matar um pouco da curiosidade do que vem a seguir nessa história incrível…

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Jussara fez um esforço sem medida para que Carlos nada percebesse.

Às vezes, ao chegar do trabalho, ele comentava sobre o nome de Vicente.

Jussara tentava ser mais dispersiva possível para não colocar ideias na cabeça do marido.

Nestes dias ela evitou sair para não chamar alguma atenção. Precisava ser a mulher mais recatada. Cuidara com zelo da casa, como de costume.

Não dormira direito durante as noites que antecediam ao encontro que teria com Vicente. Ficara intrigada com o que ele poderia estar planejando.

Na manhã do dia marcado, Jussara fingiu dormir quando Carlos se levantou para ir ao trabalho.

Quando teve a certeza de que ele havia saído, Jussara despira a pequena camisola com o pensamento voltado para Vicente. A ideia de que ele poderia estar naquele momento com seu marido a excitava. E se tornou inevitável não se tocar e gemer como se fora suas mãos em seu corpo.

Imaginava Vicente transando com ela em várias posições sem que o marido soubesse, como se ele fosse muito inocente.

Como na noite anterior avisou a Carlos que dormiria na casa de sua mãe, ela não se preocupou. Executou suas tarefas como de costume e antes que o marido chegasse seguiu o seu destino.

Quando um motorista fez sinal para que ela entrasse no carro.

No início ficou com certo receio, mas logo ele se apresentou como Alberto e dizendo que era muito amigo de Vicente a longas datas e sacanagens.

Jussara estava completamente molhada diante do que estava vivendo. O medo a excitava e pensava em ter o cacete de Vicente em suas entranhas.

Realmente Alberto a levou para um motel. Dali a poucos minutos, Vicente também chegara ao local. Não dirigindo a palavra a ela, que tentou saber algo, mas ele continuara não lhe dando atenção.

Vicente chamou o amigo em um canto do quarto e avisou a Alberto que aquela noite fariam diferente, não participaria, apenas seria o voyeur. Pois queria deixar a puta da noite com mais desejo.

Alberto pediu para que Jussara se despisse.

Ela olhou para Vicente, com um pouco de constrangimento.

- Obedece! Ou seu maridinho ficará sabendo de tudo. Inclusive sobre hoje. – Gritou ele.

Jussara não teve escolha e fez o que Alberto lhe mandara.

Totalmente nua… Alberto fez com que ela o chupasse.

O seu olhar se voltava na direção de Vicente, que permanecera ali sobre a visão da esposa infiel em ação.

Aos poucos Vicente foi se despindo. Porém, aquele era um artifício para que Jussara também o chamasse.

Alberto fazia tudo o que desejava, comendo a esposa do colega de seu amigo com este observando cada metida.

- Já imaginou Vicente? Se o seu colega soubesse que estou metendo na esposa dele? – Quis saber Alberto.

- Ele só ficará sabendo se ela não souber se comportar direitinho. – Disse Vicente.

- Agora vou meter o meu cacete no cuzinho dela. – Disse Alberto irônico.

- Não faça isso! – Pediu Jussara.

Alberto notara que aquele rabo estava imaculado e puxando-lhe pelos cabelos, direcionou a sua vara dando início a sua invasão anal.

No início, Jussara oferecia resistência.

Ela não tendo escolha cedeu o seu cu, pois as coisas poderiam piorar para o seu lado.

Enquanto, Alberto socava o seu cacete no cuzinho dela, Vicente continuava concentrado em seu plano, fazendo Jussara o desejar.

Porém, ele queria mais daquela mulher, não tê-la somente por uma noite. E os dois poderiam ir mais além.

Por ele ser solteiro, ser amante de mulheres casadas era o seu maior fetiche. E via em Jussara um potencial ainda maior, do que ela trair Carlos com transas fúteis que não a levaria em lugar algum.

Observando os dois transarem, Vicente notou que Jussara nunca vivera tal fantasia: fazer sexo com outro alguém lhe observando. Por mais que sentisse vontade em também possuí-la, aguardar mais um tempo, faria com que não se arrependesse.

Afinal de contas, também era colega de trabalho de Carlos. Apesar de que quando se encontravam não sentia nenhum remorso do que estava para fazer e assim continuaria. Já que o desejo da realização falava mais alto.

Aos poucos, Jussara foi se acostumando com a novidade e relaxando sobre o olhar atento de seu voyeur.

- Será que era somente isso que ele desejava?

A dúvida pairava sobre a sua cabeça. Só que no momento, pensava em aproveitar cada minuto torcendo para que Vicente mudasse o seu comportamento.

Para que isso acontecesse, com o tesão por Vicente mais que notório em seu olhar, Jussara caprichava ainda mais em seu performance.

E Vicente permanecia sentado apenas observando a pintura de dois corpos em movimentos aleatórios.

Alberto entendia muito bem o jogo de Vicente, e não custava nada realizar a fantasia do amigo, já que ele também era exímio colaborador em suas extravagâncias sexuais.

Vicente tinha uma visão perfeita da esposa infiel.

E não era difícil de imaginar como seria a sua reação ao encontrar-se com o colega de trabalho no dia seguinte. Quando só tem o que ganhar, a melhor estratégia é permanecer calado e dissimulado.

O pensamento o excitava ir além de seus planos. Em seu ponto de vista, Jussara se tornaria a sua cachorra favorita. Exclusividade não era a sua meta.

Como a lei de todo cafajeste: caiu na rede é peixe, Jussara seria mais uma.

Entretanto, o fato de se tornar amante da esposa de seu colega de trabalho, aquilo fazia o seu tesão tomar proporções ainda maiores… A adrenalina a mil com o fato de ser mais arriscado.

A noite foi regada de muita luxúria…

Jussara gozando era a visão mais perfeita que poderia ter.

Os três trocavam poucas palavras e a satisfação era nítida, embora Jussara não demonstrasse.

Nem tudo o que Vicente pensava foi dito. E Alberto respeitava esse lado do amigo.

O dia estava quase amanhecendo, quando Alberto foi embora, ficando apenas os dois.

- Agora que estamos sozinhos, vou avisá-la: Ninguém pode saber o que aconteceu aqui. E você deseja isso mais do que ninguém. – Disse Vicente.

- O que deseja finalmente? – Quis saber Jussara.

- Não pense que isso foi apenas a realização de uma fantasia. Com o tempo você saberá. – Completou Vicente.

- Mas…

- Não tem mais ou menos mais. Preciso dormir um pouco. Afinal de contas, daqui a pouco estarei com o seu marido. – Disse novamente Vicente virando para o lado e adormecendo logo em seguida.

Quando ele acordara para ir trabalhar, Jussara dormia.

Ao acordar procurou por ele, mas foi em vão.

Ligou para a recepção, soube que a conta estava paga e um recado que entraria em contato.

Jussara tomou um banho e retornou para casa, onde seria a esposa mais amorosa de todas.

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E então? Curiosos para saber como essa história vai terminar? Vocês nem imaginam…

Beijinhos,

(E claro, não poderia deixar de dar os créditos. Obrigado Fabby! Essa história é realmente incrível!)

Você no Blog Sexy Hot ou A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista (parte 1)

qua, 20/08/14
por Bárbara |

Ela andou meio sumida e tal, mas voltou…e voltou com tudo! Se não é o melhor, sem dúvida nenhuma é um dos melhores contos que já li! É impressionante como a Fabby consegue se superar a cada conto que me manda para publicar aqui no blog. E é uma honra poder compartilhar essas histórias com vocês!

Sem mais delongas, vamos ao que interessa…

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A Esposa Infiel e o Amigo Chantagista – Parte 1

Jussara conhecera o marido ainda na adolescência. E por fim, como ele voltava mais as suas atenções para o trabalho. Nunca tinha tempo para ela, esse amor foi esfriando.

Como ele era dessa maneira e por confiar demais na esposa não se importava quando ela dizia que dormiria na casa da mãe.

Por ser uma mulher bonita e super fogosa, Jussara não passava despercebida na rua. E como homem de fora adora uma aliança, ela constantemente era assediada e não demorou muito a ter seus casinhos extraconjugais e o marido nunca desconfiara de nada.

Até que um novo morador chegar à vizinhança.

Jussara não continha os arrepios em seu corpo cada vez que se encontrava com Vicente por alguma calçada do bairro, já que este residia em uma rua bem próxima.

Quando ela estava na companhia de Carlos, seu marido. Não olhava para Vicente.

Sua forma dissimulada o intrigava. Já que quando se encontrava sozinha, Jussara sem nenhum pudor só faltava comer o vizinho com o olhar.

Desde que Vicente se mudara, ela tinha sonhos eróticos, desejando estar em seus braços. E fazia comparação entre o corpo dele e o do marido.

Carlos o marido, era um sujeito simples, sem muito atrativos. Já o novo vizinho não. Sua pele bronzeada, sua altura e seus músculos definidos faziam com que Jussara ficasse molhada todas as vezes que o encontrava e pensava nele. Apesar de que já havia transado com vários tipos de homens: do mais novo ao mais velho. Do homem magrelo ao homem mais robusto… Do branquelo ao homem negro. Porém, Vicente tinha o tipo ideal com uma cara de puro cafajeste.

Jussara em uma das noites que avisara ao marido que dormiria na casa da mãe teve uma surpresa. Ao entrar no carro de mais um de seus casos, Vicente passava no momento exato e a reconheceu mesmo sendo noite, jogando em sua direção um sorrisinho cínico. E ela não poderia voltar atrás, pois assinaria o atestado de corno do marido.

Umas duas semanas depois, Carlos chegou do trabalho lhe contando a novidade: Vicente agora se tornara o seu colega de trabalho e por serem vizinhos o convidou para o jantar na noite seguinte. Querendo saber se ela não se importaria.

Surpresa, Jussara tentou disfarçar o seu descontentamento e ao mesmo tempo a sua frustração.

E se ele resolvesse contar tudo ao seu marido? Agora estavam trabalhando juntos.

Não dormiu a noite inteira, pensando na possibilidade. E com receio de sua reação, pois Vicente era seu objeto de desejo.

Na noite do jantar, era uma sexta-feira, o marido chegou avisando que Vicente havia passado em casa para tomar banho e depois logo apareceria.

Jussara não continha a sua ansiedade.

Quase uma hora depois a campainha é acionada.

Era ele mesmo sendo recebido cordialmente pelo dono da casa e logo em seguida sendo apresentado.

Bebidas foram oferecidas.

Jussara achou melhor não ingerir nenhum tipo de álcool, por não saber o que poderia acontecer.

Vicente foi muito educado durante a noite. Jussara evitava ficar muito tempo com eles dando a desculpa que precisava terminar o jantar.

Após a refeição, foi inevitável. Carlos os deixou sozinhos na sala seguindo para o lavado.

Ela se encontrava um pouco sem jeito.

Vicente percebeu a sua reação e comentou com ela a noite em que a viu entrando no carro de um homem por ele desconhecido, dizendo que teria outras oportunidades para saber de mais detalhes.

Algum tempo depois de Carlos retornar, Vicente se despediu não querendo se prolongar e não tirar a privacidade do casal.

No domingo, Carlos foi ao jogo de futebol.

Vicente apareceu sem avisar.

Ele sabia que ela se encontraria sozinha. E usando de seus artifícios, arrancou de Jussara o que tanto queria ouvir: ela realmente traiu e continua traindo o marido várias vezes.

Jussara contou um pouco da vida do casal.

- Quero ser o seu cúmplice! – Disse Vicente.

- O quê? – Perguntou ela surpresa.

- Ou você aceita a minha proposta ou eu conto tudo para o Carlos. – Ameaçou Vicente.

- Explique então, o que deseja. – Quis saber Jussara.

- Você acha que eu não percebi o seu olhar de tesão para o meu lado? Você me deseja. Deseja a mim mais do que o seu próprio marido. – Disse Vicente.

- Diga logo o que quer que eu faça! – Pediu Jussara.

- Esteja pronta na quarta-feira. Diga ao seu marido que dormirá com sua mãe, como sempre, pois ele está mais acostumado. Um carro a pegará no mesmo horário daquela noite e te conduzirá a um motel de minha preferência. Já está tudo no esquema…

– O quê? – Ela o interrompeu.

– Quem dá as cartas aqui sou eu. Você não está em posição de discordar em nada. – Disse ele.

Jussara não teve outra opção, a não ser concordar com o que Vicente lhe propusera.

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Ficaram curiosos? Querem saber o que acontece? Esperem que essa história ainda tem muitas partes…não percam!

Beijinhos!

A doce Sweetie Bird

ter, 19/08/14
por Bárbara |

Em minhas andanças pela internet, um dia acabei esbarrando com a Sweetie Bird. Burlesca e com um padrão diferente de beleza (diferente do que a mídia considera belo. Entrar nessa discussão é algo tenso, visto que todo mundo tem um gosto diferente, e o que é belo para mim pode não ser belo para você e vice-versa. O fato é que, pegando como padrão o que a mídia empurra como belo, Sweetie tem todo um jeito próprio de beleza, que foge completamente do padrão). E o que há de errado nisso?

Vivemos em um mundo dualístico. Enquanto muitos dizem que vivemos a era da customização, muitos ainda vivem na era da mídia e consumo de massas. Ou que não tem ou queria ter um iPhone? Não escuta X porque todo mundo escuta, não se veste de tal maneira porque todo mundo se veste assim, etc etc etc? Por isso quando bati o olho na Sweetie, já fiquei toda ouriçada.

sweetie_bird_by_les_chux

Seu perfil, retirado do site da Xplastic, é perfeito:

Cozinheira, submissa, fetichista, loira com peitos grandes, e com piercings em lugares estratégicos e deliciosos. Xgirl pornstar ela tem como fetiches favoritos tentáculos, hentai e coreanos. Ela gosta de homens e mulheres, mas dá preferência para as mulheres em suas cenas. Também é Co-Fundadora e “head nerd” do The Burlesque Takeover e Vlogger no Cozinha ao Ponto!

Data de aniversário: 03 de fevereiro

Signo: Aquário

Drink: Mint Julep pro fim da tarde, Spiced Rum puro à noite e Bloody Marys pela manhã

Música: G-Dragon

Escritor: Haruki Murakami

Filme: Irma La Douce

É incrível a capacidade que ela tem de prender a atenção, tanto em vídeos quanto em fotos. A mulher é incrível! Seu movimentos, seus gestos e expressões, tudo é extremamente sexy (e burlesco).

Fujam do óbvio, nem sempre o que nos é imposto ou o padrão são necessariamente as únicas coisas que existem.

Beijinhos,

PS: Se você gostou, a Sweetie tem uma página no facebook, a página que ela criou (The Burlesque Takeover), twitter, youtube, no site da Xplastic e no site do Sexy Hot.