Conheça uma personal trainer… de vagina!

seg, 26/12/11
por Bárbara |
categoria amador

Esse post vai especialmente para as safadinhas que desejam aprimorar a suas vidas sexuais.

Verão está aí: mulherada lotando academias para deixar o bumbum firme, o abdômen definido, as pernas torneadas. Querem garantir uma caminhada sem risco de turbulências até o mar. Legal. Mas, quando você tira a parte de baixo do biquini, continua sarada? Está na hora de se preocupar com a flacidez da sua coleguinha íntima (oi, você que já pariu!!!) e colocá-la para suar um pouco.

Pois a terapeuta tântrica Lu Riva (foto abaixo) é espacialista em pompoarismo, uma técnica oriental milenar que consiste na concentração e relaxamento dos músculos vaginais. Lu Riva garante que a libido e o prazer aumentam tanto que você vai se impressionar com a vontade de fazer ginástica…

 

 

- Qualquer mulher pode malhar a vagina?

Qualquer mulher DEVE fazer isso pensando, primeiro, na saúde. É uma ginástica como outra qualquer, focada nos músculos pélvicos: trabalha muito o abdômen, os glúteos e as coxas. Até queima calorias!

- Ok. Como funciona?

Ensino mais de 70 exercícios para treinar os três anéis vaginais, alternando força e velocidade (todos no livro “Pompoar: Prazer & Saúde”). Em um deles, ela senta sobre a mão. Deve tirar a respiração do abdômen e tentar contrair o períneo, músculo que divide o ânus do vagina. Se percebê-lo mexendo sobre a mão, está praticando o pompoarismo. Não precisa estar nua, basta uma roupa de ginástica. Na minha aula, percebo se a mulher está fazendo direito porque cada anel mexe um ponto específico do baixo ventre. Acessórios como aquelas bolinhas ligadas por cordão ajudam a evoluir mais rápido.

- Não precisa ter medo de ficar com a dita cuja musculosa? Ela muda fisicamente?

A musculatura vai ficando flácida com a idade, assim como peito ou bumbum. Com o pompoar, a vulva fica mais bonita e forte porque está mais irrigada de sangue. Com tônus muscular, ela fica mais expressiva: consegue até mandar beijinho! Fora que a lubrificação e a libido também aumentam com os exercícios.

 

- O pênis percebe a diferença? Há chances de “estrangulá-lo” se a moça não estiver gostando da transa?

Sim! A mulher passa a movimentar a vagina de forma sensual e provoca sensações eróticas no pênis. Ela consegue literalmente estrangulá-lo: apertar as veias que estão pulsando na base do pênis, segurando a ejaculação. O sexo é mais intenso e tem maior duração. A maioria das mulheres tem o orgasmo clitoriano, com estímulo externo e intensidade 110W. Com o pompoar, ela trabalha o corpo de dentro para fora e sente orgasmos vaginais, os de 220w.

- O pompoar te livrou das crises de cistite, aquela inflamação que causa dor para urinar, conhecida como doença da lua de mel. Como foi isso?

Tive esse problema dos 24 aos 25 anos, tomava antibióticos fortíssimos e a bactéria ficou resistente. Depois que comecei o pompoar, não tive mais nada. Meu ginecologista deu duas explicações para isso. A primeira é que a prática fez com que a minha bexiga “subisse”: ela era baixa e tornava o canal da uretra curto, propenso à infecções. A outra possibilidade é que o pompoar aumenta o fluxo sanguíneo na região pélvica e, consequentemente, a minha imunidade. Pompoarismo não é pornografia, é qualidade de vida e saúde.

Li no Sexpedia

Gêmeas, sexagenárias e prostitutas

seg, 26/12/11
por Bárbara |
categoria comportamento

Olá taraditos, como foram de Natal? Rolou muito peru? heheh

Vocês sabem bem que não há idade para o sexo, ou seja, homens e mulheres saudáveis podem se manter sexualmente ativos por toda a vida. Segundo os especialistas, o preconceito e a falta de informação atrapalham o desenvolvimento da sexualidade na terceira idade.

Todos deveriam saber que não há idade para o sexo! Desde que saudáveis, homens e mulheres podem se manter sexualmente ativos por toda a vida. O que existe é preconceito e falta de informação. E por falar em infomação, olha só que notícia curiosa que li no G1:

Um documentário sobre duas prostitutas sexagenárias exibido na Holanda abriu um debate sobre o sexo na terceira idade e a dura realidade da profissão.

O documentário ‘Meet the Fokkens’ (‘Conheça as Fokkens’, em tradução livre), um trocadilho sexual em inglês, conta a história das gêmeas Louise e Martine Fokkens, que há mais de 50 anos vendem o corpo no chamado distrito da luz vermelha, em Amsterdã.

Em um caso de sucesso, elas conseguiram se tornar independentes dos cafetões e fundaram sua própria casa de prostituição. Além disso, criaram em caráter informal a primeira entidade profissional para prostitutas.

O filme, co-dirigido por Rob Schroder e Gabrielle Provaas, leva o espectador a partes de Amsterdã ligadas às memórias das irmãs.

Martina e Louise aparecem em cenas comprando vibradores como se faz a compra de supermercado, discutindo prós e contras de cada produto.

Nas palavras da organização do 24º Festival Internacional de Cinema de Amsterdã, onde foi exibida pela primeira vez, a obra está ‘repleta de detalhes picantes sobre clientes às vezes inesperados, como um padre’.

Polêmica
Por isso a estreia do filme não ocorreu sem polêmica. Alguns espectadores reclamaram que o filme idealiza e promove a prostituição ao dar espaço e voz para as irmãs.

Outros avaliaram que o bom humor de Louise e Martine é um exemplo de vida e perseverança para outras pessoas.

Apesar da atitude das irmãs, a própria participação delas no filme expõe uma dura realidade da prostituição. Para ambas, ‘Meet the Fokkens’ pode ser uma oportunidade de ganhar um trocado para o pé de meia.

Enquanto Louise deixou a profissão há dois anos, Martine continua vendendo o corpo.

‘Ela precisa do dinheiro. Não dá para viver da pensão do Estado’, diz Louise sobre a irmã.

Embora o mercado de documentários não seja particularmente lucrativo, as irmãs estão paralelamente escrevendo um livro de memórias que, esperam, vá contribuir com a poupança do futuro.

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